Foram apurados os restaurantes e as ementas que melhor combinam com o Vinho Verde. Trata-se do 1º Concurso de Gastronomia e Vinhos Verdes, “Verdes à Mesa”, que terminou no passado dia 5 de Setembro e permitiu conhecer e definir os melhores entre os melhores ao nível das harmonizações gastronómicas. Da totalidade de inscritos, foram seleccionados e premiados 7 restaurantes, de norte a sul do país. Da responsabilidade da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), esta acção pretende promover os Vinhos Verdes em harmonização com a gastronomia regional, portuguesa e internacional.
O objectivo desta iniciativa, “Verdes à Mesa”, foi criar um menu – entrada, prato principal e sobremesa – que combinasse na perfeição com o sabor do Vinho Verde.
Na categoria de Cozinha Tradicional (dirigido a todos os restaurantes de cozinha típica Portuguesa/Regional), o destaque foi para o Restaurante Segredos da Terra, que conquistou o prémio Verde Prata, e para os restaurantes Ruela e Cozinha do Convento premiados com o Verde Bronze. Na categoria Cozinha de Autor (“assinatura” do cozinheiro chefe patente na elaboração da ementa), o Ouro foi atribuído ao Restaurante Ferrugem. O Verde Prata, por sua vez, premiou os restaurantes Gourmet Grill “Le Coin” e Valle Flor. O Restaurante Conde do Camarido conquistou o Verde Bronze.
A novidade, e particularidade, desta 1ª edição do Concurso de Gastronomia de Vinhos Verdes é a edição de um Guia Gastronómico de Vinhos Verdes onde vão constar todos os restaurantes participantes e respectivas ementas submetidas a concurso.
Fonte: Lusowine, 6 de Outubro de 2008
terça-feira, 28 de Outubro de 2008
1º Concurso de Gastronomia e Vinhos Verdes dá origem a Guia Gastronómico
Etiquetas:
livros gourmet,
portugal gourmet; eventos gourmet
segunda-feira, 27 de Outubro de 2008
Gastronomia com sabor a cultura
Durante um mês, 47 restaurantes da cidade vão dar corpo ao "Braga à Mesa", uma iniciativa que promove a gastronomia regional, misturando-lhe uma pitada de cultura. Um impulso que fará face a quebras de 50% na restauração.
É a segunda edição do evento, mas este ano ganha uma dimensão crucial, devido aos tempos de crise. Segundo Henrique Moura, antigo presidente da extinta Região de Turismo Verde Minho e membro da comissão instaladora da nova estrutura para o turismo do Porto e Norte de Portugal, há estudos que indicam violentos decréscimos no ramo da restauração, sobretudo ao longo deste último ano.
"Setembro foi um mês terrível, porque coincide com os gastos para o material escolar. Já se sabe que onde as pessoas poupam logo é na alimentação fora de casa. Esperemos que Novembro, com esta iniciativa da Câmara, corra melhor. As quebras oscilam mas a média ronda os 50% nos restaurantes do Norte", referiu.
O "Braga à Mesa", organizado pelo pelouro das Actividades Económicas e Turismo, e de cariz transfronteiriço, começa hoje e prolonga-se por quatro fins-de-semana, até ao fim do mês seguinte, incluindo nos cardápios o que de melhor se faz na região ao nível da gastronomia e enologia regionais. Arroz de pato, Bacalhau à Braga e Rojões à Minhota integram os pratos principais.
A grande novidade da presente edição prende-se com a vertente cultural, sendo que oito museus oferecem aos clientes desses restaurantes 50% de desconto no acesso. Há ainda a ter em conta outros três núcleos museológicos de acesso livre. "A publicidade foi feita por diversos meios, mupis, outdoors, rádios e jornais. A divulgação foi feita ainda em três das maiores cidades da Galiza", esclareceu a vereadora do referido pelouro, Ana Paula Morais.
Patente no Museu D. Diogo de Sousa estará também uma exposição do fotógrafo Hugo Delgado, organizada pelo director do Museu da Imagem, Rui Prata. "Uma visão pessoal do autor" sobre alguns dos mais belos e conhecidos recantos gastronómicos de Braga, que aliam tradição e modernidade. Haverá palestras no auditório do Posto Turismo todos os sábados, às 16 horas, com ilustres convidados especializados na área.
Entre os museus que abrirão portas no âmbito desta "mostra" estão, além do Museu D. Diogo de Sousa, onde a iniciativa foi apresentada, na presença de representantes do sector da restauração e ainda e dos vinhos verdes, o Nogueira da Silva, O tesouro Museu da Sé Catedral, a Fonte do Ídolo ou Mosteiro de Tibães, os museus dos Biscainhos e Pio XII.
Fonte: JN, 2008-10-25
É a segunda edição do evento, mas este ano ganha uma dimensão crucial, devido aos tempos de crise. Segundo Henrique Moura, antigo presidente da extinta Região de Turismo Verde Minho e membro da comissão instaladora da nova estrutura para o turismo do Porto e Norte de Portugal, há estudos que indicam violentos decréscimos no ramo da restauração, sobretudo ao longo deste último ano.
"Setembro foi um mês terrível, porque coincide com os gastos para o material escolar. Já se sabe que onde as pessoas poupam logo é na alimentação fora de casa. Esperemos que Novembro, com esta iniciativa da Câmara, corra melhor. As quebras oscilam mas a média ronda os 50% nos restaurantes do Norte", referiu.
O "Braga à Mesa", organizado pelo pelouro das Actividades Económicas e Turismo, e de cariz transfronteiriço, começa hoje e prolonga-se por quatro fins-de-semana, até ao fim do mês seguinte, incluindo nos cardápios o que de melhor se faz na região ao nível da gastronomia e enologia regionais. Arroz de pato, Bacalhau à Braga e Rojões à Minhota integram os pratos principais.
A grande novidade da presente edição prende-se com a vertente cultural, sendo que oito museus oferecem aos clientes desses restaurantes 50% de desconto no acesso. Há ainda a ter em conta outros três núcleos museológicos de acesso livre. "A publicidade foi feita por diversos meios, mupis, outdoors, rádios e jornais. A divulgação foi feita ainda em três das maiores cidades da Galiza", esclareceu a vereadora do referido pelouro, Ana Paula Morais.
Patente no Museu D. Diogo de Sousa estará também uma exposição do fotógrafo Hugo Delgado, organizada pelo director do Museu da Imagem, Rui Prata. "Uma visão pessoal do autor" sobre alguns dos mais belos e conhecidos recantos gastronómicos de Braga, que aliam tradição e modernidade. Haverá palestras no auditório do Posto Turismo todos os sábados, às 16 horas, com ilustres convidados especializados na área.
Entre os museus que abrirão portas no âmbito desta "mostra" estão, além do Museu D. Diogo de Sousa, onde a iniciativa foi apresentada, na presença de representantes do sector da restauração e ainda e dos vinhos verdes, o Nogueira da Silva, O tesouro Museu da Sé Catedral, a Fonte do Ídolo ou Mosteiro de Tibães, os museus dos Biscainhos e Pio XII.
Fonte: JN, 2008-10-25
Etiquetas:
portugal gourmet; eventos gourmet
terça-feira, 21 de Outubro de 2008
O rosé é um mito, mas o Alentejo não
O vinho rosé, afinal, é um mito. A conclusão decorre dos dados mais recentes do consumo nacional. Apesar da aposta de marcas de todas as regiões no rosé, a categoria mantém uma quota inalterada e incipiente de 2,5%. Fica a advertência: a procura não acompanha o aumento da oferta. O tinto triunfa, representando 60%, mas o mercado debate-se com escassez de branco.
Em volume, o consumo nacional estagnou nos 91 milhões de litros, mas, em valor, 2007 registou um crescimento de 4%. Atingiu os €373 milhões e um preço médio por litro de €4,10, um valor calculado a partir dos preços praticados no retalho e na restauração. A distribuição alimentar representa dois terços das vendas mas os produtores queixam-se de que à saída da adega os preços não aumentaram.
No campeonato das regiões, o Alentejo ganha em toda a linha. Mas a subida do regional alentejano (3%) canibalizou o seu Denominação de Origem Controlada (DOC). Representa 40% do consumo e factura €152 milhões. A má notícia é que os preços estão em queda, ainda assim acima da média nacional. No regional, o preço médio é de €4,45 e no DOC €4,93.
Na evolução dos preços, a região mais desconfortável é a dos verdes. A sua quota de mercado subiu, em quatro anos, de 13,8% para 16,7% mas o preço médio (€3,6) compara mal com o sector. Já o Douro surge como o campeão no preço de venda (€5,73). Evoluiu de 8,5% para 9,8%, alcançado um lugar no pódio. Trocou de posição com a categoria designada Vinhos de Mesa, o segmento mais barato e sem região definida. A Associação Nacional das Denominações de Origem Vitivinícolas (Andovi), a partir dos dados Nielsen, verifica com agrado a perda de importância desta categoria, indiciadora de uma transferência para vinhos mais caros. Os Vinhos de Mesa perderam um terço de quota. Nos últimos quatro anos, a região do Dão é a única que perde terreno, mas em 2007 inverteu a tendência de queda e voltou a representar mais de 5% das vendas.
Fonte: Expresso, 5 de Julho de 08
Em volume, o consumo nacional estagnou nos 91 milhões de litros, mas, em valor, 2007 registou um crescimento de 4%. Atingiu os €373 milhões e um preço médio por litro de €4,10, um valor calculado a partir dos preços praticados no retalho e na restauração. A distribuição alimentar representa dois terços das vendas mas os produtores queixam-se de que à saída da adega os preços não aumentaram.
No campeonato das regiões, o Alentejo ganha em toda a linha. Mas a subida do regional alentejano (3%) canibalizou o seu Denominação de Origem Controlada (DOC). Representa 40% do consumo e factura €152 milhões. A má notícia é que os preços estão em queda, ainda assim acima da média nacional. No regional, o preço médio é de €4,45 e no DOC €4,93.
Na evolução dos preços, a região mais desconfortável é a dos verdes. A sua quota de mercado subiu, em quatro anos, de 13,8% para 16,7% mas o preço médio (€3,6) compara mal com o sector. Já o Douro surge como o campeão no preço de venda (€5,73). Evoluiu de 8,5% para 9,8%, alcançado um lugar no pódio. Trocou de posição com a categoria designada Vinhos de Mesa, o segmento mais barato e sem região definida. A Associação Nacional das Denominações de Origem Vitivinícolas (Andovi), a partir dos dados Nielsen, verifica com agrado a perda de importância desta categoria, indiciadora de uma transferência para vinhos mais caros. Os Vinhos de Mesa perderam um terço de quota. Nos últimos quatro anos, a região do Dão é a única que perde terreno, mas em 2007 inverteu a tendência de queda e voltou a representar mais de 5% das vendas.
Fonte: Expresso, 5 de Julho de 08
Etiquetas:
dados,
portugal gourmet,
vinho
sexta-feira, 17 de Outubro de 2008
Cartas de azeites substituem galheteiros invioláveis
O ministro da Agricultura, Jaime Silva, anunciou ontem, num encontro dos empresários do sector da restauração e bebidas em Santarém, o fim dos galheteiros com garrafa inviolável a partir do momento em que os restaurantes passem a dispor de cartas de azeites que permitam ao consumidor escolher qual quer consumir.
Concordando com as críticas à portaria que tornou obrigatório o uso de galheteiros invioláveis, o ministro pediu a "parceria" da Associação da Restauração e Similares de Portugal (Aresp) para poder revogar esta legislação, o que só acontecerá quando os restaurantes dispuserem de cartas de azeites, deixando clara a composição e a origem.
Para Jaime Silva, Portugal foi o único país europeu a tornar obrigatório o uso de garrafas de azeite invioláveis nos restaurantes devido à ausência de inspecção e na sequência de "escândalos".
"Hoje há um trabalho rigoroso da ASAE" (Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica), sendo "altura de passar à fase seguinte e passarmos a consumir o que é nosso", disse, sublinhando que as garrafas invioláveis não identificam a origem do azeite.
Público, 17.10.2008
Concordando com as críticas à portaria que tornou obrigatório o uso de galheteiros invioláveis, o ministro pediu a "parceria" da Associação da Restauração e Similares de Portugal (Aresp) para poder revogar esta legislação, o que só acontecerá quando os restaurantes dispuserem de cartas de azeites, deixando clara a composição e a origem.
Para Jaime Silva, Portugal foi o único país europeu a tornar obrigatório o uso de garrafas de azeite invioláveis nos restaurantes devido à ausência de inspecção e na sequência de "escândalos".
"Hoje há um trabalho rigoroso da ASAE" (Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica), sendo "altura de passar à fase seguinte e passarmos a consumir o que é nosso", disse, sublinhando que as garrafas invioláveis não identificam a origem do azeite.
Público, 17.10.2008
Etiquetas:
azeite,
portugal gourmet
“Duas Quintas Reserva” tem nova imagem

A Ramos Pinto apresenta a nova imagem do clássico “Duas Quintas Reserva”. O rebranding, assinado pela Omdesign, foi ao nível da rotulagem e packaging.
Este tinto do Douro com características ímpares e absolutas, intemporal para todos os apreciadores e uma referência para os mais exigentes, ganha agora uma nova identidade que vai ao encontro da já desenvolvida pela mesma agência, em Fevereiro de 2007, para o “Duas Quintas Celebração”, conferindo à marca uma maior associação aos vinhos únicos de quinta e confirmando o seu carácter premium.
O nome “Duas Quintas” explica-se pelo facto de as uvas que lhe dão origem serem provenientes de duas Quintas, a dos Bons Ares e de Ervamoira, esta última, propriedade da Casa Ramos Pinto desde 1974, foi considerada pela UNESCO como património da humanidade.
Importa referir ainda que a Omdesign é parceira da Ramos Pinto há mais de seis anos, tendo vindo a desenvolver diversos trabalhos, nomeadamente a imagem do novíssimo Collection 2006, a segunda edição desta série especial que reitera e comprova a elegância da marca.
Fonte: OM Design
Subscrever:
Mensagens (Atom)
