A campanha Desenhar a Paisagem, Desenhar o Vinho desenvolvida para promover a Adega Mayor e os vinhos do grupo Nabeiro foi seleccionada, pela Revista de Vinhos, como a melhor campanha publicitária de 2007. A campanha tem assinatura da Albuquerque Designers e teve como inspiração “a paisagem alentejana, a tranquilidade do viver das suas gentes e a imensa vastidão do olhar sobre as superfícies planas”, refere a empresa em comunicado.
Fonte: M&P, 29 de Fevereiro de 2008
sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008
quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Selo vai distinguir alimentos saudáveis
Qualquer empresa pública ou privada do sector da alimentação pode candidatar-se ao novo selo "selecção positiva", lançado pela Direcção-Geral de Saúde (DGS) para certificar produtos que previnam o excesso de peso.
Apesar de o regulamento de reconhecimento ser ainda provisório, o coordenador da Plataforma contra a Obesidade da DGS, João Breda, garantiu que "brevemente" o público poderá adquirir produtos comprovadamente mais saudáveis por conterem menos açúcares e gorduras). O novo selo visa "reconhecer e motivar as empresas para melhorar o perfil nutricional dos seus alimentos", afirmou João Breda. Além da qualidade do perfil nutricional dos alimentos, as empresas terão ainda de cumprir regras de rotulagem e publicidade.
A ideia é mudar hábitos alimentares dos portugueses. Recorde-se que cerca de 32 % das crianças entre os sete e os nove anos têm excesso de peso e 11% são obesas.
Fonte: JN, 28 de Fevereiro de 2008
Apesar de o regulamento de reconhecimento ser ainda provisório, o coordenador da Plataforma contra a Obesidade da DGS, João Breda, garantiu que "brevemente" o público poderá adquirir produtos comprovadamente mais saudáveis por conterem menos açúcares e gorduras). O novo selo visa "reconhecer e motivar as empresas para melhorar o perfil nutricional dos seus alimentos", afirmou João Breda. Além da qualidade do perfil nutricional dos alimentos, as empresas terão ainda de cumprir regras de rotulagem e publicidade.
A ideia é mudar hábitos alimentares dos portugueses. Recorde-se que cerca de 32 % das crianças entre os sete e os nove anos têm excesso de peso e 11% são obesas.
Fonte: JN, 28 de Fevereiro de 2008
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quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008
Gastronomia e vinhos no Palácio da Bolsa
Durante quatro dias, o Porto vai tornar-se na principal referência dos vinhos e da gastronomia. O Palácio da Bolsa vai acolher os eventos "Essência do Vinho e Essência do Gourmet" de 6 a 9 de Março que contará com a presença dos melhores produtores de vinho nacionais e estrangeiros e prestigiados chefes de cozinha do panorama culinário actual.
No Palácio da Bolsa, entre as 15 e as 21 horas, estarão 300 produtores, entre os quais João Portugal Ramos, Bacalhôa Vinhos, José Maria da Fonseca, Luis Pato, Douro Boys, Herdade do Esporão, Quinta de Cabriz, Sogrape, Taylors, Herdade do Mouchão, Fundação Eugénio de Almeida e Symington Family, entre outros.
Para além da mostra de produtos gourmet, cerca de vinte cozinheiros marcarão presença no Essência do Gourmet, com destaque para Henrique Sá Pessoa, Augusto Gemelli, René Sandoval, Vítor Matos, Albano Lourenço e Fabrice Lenud, considerado o melhor chefe de Patisserie 2007 do Brasil.
Organizados pela empresa Essência do Vinho e pela Associação Comercial do Porto, com o apoio da Câmara do Porto, os dois eventos proporcionam ainda um programa com mais de 100 actividades paralelas.
Fonte: JN, 27 de Fevereiro de 2008
No Palácio da Bolsa, entre as 15 e as 21 horas, estarão 300 produtores, entre os quais João Portugal Ramos, Bacalhôa Vinhos, José Maria da Fonseca, Luis Pato, Douro Boys, Herdade do Esporão, Quinta de Cabriz, Sogrape, Taylors, Herdade do Mouchão, Fundação Eugénio de Almeida e Symington Family, entre outros.
Para além da mostra de produtos gourmet, cerca de vinte cozinheiros marcarão presença no Essência do Gourmet, com destaque para Henrique Sá Pessoa, Augusto Gemelli, René Sandoval, Vítor Matos, Albano Lourenço e Fabrice Lenud, considerado o melhor chefe de Patisserie 2007 do Brasil.
Organizados pela empresa Essência do Vinho e pela Associação Comercial do Porto, com o apoio da Câmara do Porto, os dois eventos proporcionam ainda um programa com mais de 100 actividades paralelas.
Fonte: JN, 27 de Fevereiro de 2008
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eventos gourmet; Celso Guedes de Carvalho
terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008
Compotas do Douro conquistam o mundo
Uma empresária de Santa Marta de Penaguião produz compotas e geleias tradicionais, de fruta colhida em pleno Douro, produtos que são vendidos nas melhores lojas de França, Suíça e Brasil. As compotas e as geleias durienses de Adelaide Lopes conquistaram mesmo o paladar do magnata egípcio Al-Fayed, dono dos célebres armazéns Harrods, em Inglaterra.
Adelaide Lopes, 50 anos, é a responsável pela confecção das compotas e geleias que, a partir do Douro, estão a conquistar o mercado internacional através das denominações "Terra Quente" e "Mil Delícias".
"Tudo começou em 1994 quando me apercebi que, para além do vinho, esta região produzia também frutas deliciosas que não estavam a ser devidamente aproveitadas", afirmou a empresária à agência Lusa.
Adelaide, que já fazia os tradicionais doces para os seus quatro filhos, em 1994 com a ajuda de uma sócia e de uma candidatura ao Programa Leader, lançou-se à conquista do mercado do paladar e do gosto. Pouco depois a sócia desistiu do projecto e a empresária duriense teve que "arregaçar as mangas" e desenvencilhar-se sozinha. Escolheu as frutas de mais qualidade, pesquisou as melhores e mais requintadas receitas e foi conquistando, gradualmente, o mercado nacional e depois o internacional.
"Quando comecei a maioria da produção era vendida para o exterior, isto porque os portugueses, na altura, davam mais valor aos produtos estrangeiros", frisou. Adelaide Lopes garante que o fabrico das suas compotas, geleias e conservas de legumes é "completamente artesanal", recorrendo apenas à ajuda de máquinas para cortar a fruta.
É na pequena cozinha, instalada na sua casa da Quinta das Castas, que confecciona a geleia de vinho, o doce de abóbora, de framboesa e frutas silvestres, de laranja, tomate, damasco, maçã, morango e kiwi, que podem incluir variedades com amêndoa, hortelã, limonete ou aloé, outras especiarias e gengibre.
"Esta terra e este sol fornecem determinadas características à fruta, que estão na base da qualidade dos meus doces", garantiu.
E terá sido esse "sabor único", temperado pelo Sol do Douro, que conquistou o dono do Harrods, o controverso milionário Al-Fayed. Através de uma empresa do Porto, a Terra Quente, as compotas de Adelaide chegaram aos famosos armazéns de Londres e, de acordo com Adelaide Lopes, o doce favorito do magnata "é o de laranja amarga". "É confeccionado com base numa receita inglesa que ganha um toque especial com a nossa laranja", salientou.
Mas o doce que mais tem conquistado os seus clientes é mesmo a geleia de vinho, que, segundo Adelaide Lopes, tem que ser feita com base nos vinhos "encorpados e característicos do Douro". A receita foi feita com a ajuda dos alunos do Curso de Biotecnologia, do Porto, e, segundo frisou, o "requinte e a qualidade" dos seus produtos fazem com que apenas esteja à venda em lojas "gourmet".
Fonte: JN, 17 de Fevereiro de 2008
Adelaide Lopes, 50 anos, é a responsável pela confecção das compotas e geleias que, a partir do Douro, estão a conquistar o mercado internacional através das denominações "Terra Quente" e "Mil Delícias".
"Tudo começou em 1994 quando me apercebi que, para além do vinho, esta região produzia também frutas deliciosas que não estavam a ser devidamente aproveitadas", afirmou a empresária à agência Lusa.
Adelaide, que já fazia os tradicionais doces para os seus quatro filhos, em 1994 com a ajuda de uma sócia e de uma candidatura ao Programa Leader, lançou-se à conquista do mercado do paladar e do gosto. Pouco depois a sócia desistiu do projecto e a empresária duriense teve que "arregaçar as mangas" e desenvencilhar-se sozinha. Escolheu as frutas de mais qualidade, pesquisou as melhores e mais requintadas receitas e foi conquistando, gradualmente, o mercado nacional e depois o internacional.
"Quando comecei a maioria da produção era vendida para o exterior, isto porque os portugueses, na altura, davam mais valor aos produtos estrangeiros", frisou. Adelaide Lopes garante que o fabrico das suas compotas, geleias e conservas de legumes é "completamente artesanal", recorrendo apenas à ajuda de máquinas para cortar a fruta.
É na pequena cozinha, instalada na sua casa da Quinta das Castas, que confecciona a geleia de vinho, o doce de abóbora, de framboesa e frutas silvestres, de laranja, tomate, damasco, maçã, morango e kiwi, que podem incluir variedades com amêndoa, hortelã, limonete ou aloé, outras especiarias e gengibre.
"Esta terra e este sol fornecem determinadas características à fruta, que estão na base da qualidade dos meus doces", garantiu.
E terá sido esse "sabor único", temperado pelo Sol do Douro, que conquistou o dono do Harrods, o controverso milionário Al-Fayed. Através de uma empresa do Porto, a Terra Quente, as compotas de Adelaide chegaram aos famosos armazéns de Londres e, de acordo com Adelaide Lopes, o doce favorito do magnata "é o de laranja amarga". "É confeccionado com base numa receita inglesa que ganha um toque especial com a nossa laranja", salientou.
Mas o doce que mais tem conquistado os seus clientes é mesmo a geleia de vinho, que, segundo Adelaide Lopes, tem que ser feita com base nos vinhos "encorpados e característicos do Douro". A receita foi feita com a ajuda dos alunos do Curso de Biotecnologia, do Porto, e, segundo frisou, o "requinte e a qualidade" dos seus produtos fazem com que apenas esteja à venda em lojas "gourmet".
Fonte: JN, 17 de Fevereiro de 2008
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compotas; Celso Guedes de Carvalho
domingo, 24 de Fevereiro de 2008
Maçãs dadas sem veneno
Os produtores de maçã de Alcobaça juntaram-se aos de flocos de cereais para proporcionar aos deputados da Assembleia da República “um pequeno-almoço equilibrado e saudável”. A acção durou três dias.
Fonte: Expresso, 23 de Fevereiro de 2008
Fonte: Expresso, 23 de Fevereiro de 2008
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fruta; Celso Guedes de Carvalho
sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
Artesãos de queijo da serra indignados com novas regras
‘‘Vou vender as minhas ovelhas e o Governo que me governe’’. O lamento de Laura Lopes, da Miuzela, no concelho de Penalva do Castelo, é embrulhado num aviso. A ASAE não licenciou a sua queijaria porque ‘‘tem uma mesa de pedra e um armário de madeira’’ e exige a substituição daquelas duas peças de mobiliário por inox. Laura mantém-se irredutível - ‘‘não tiro a mesa, nem o armário’’ - e, na Feira/Festa do Pastor e do Queijo de Penalva do Castelo, aproveitou a presença do director regional de Agricultura da Beira Litoral, Rui Moreira, para manifestar a sua indignação pelo “excesso de exigências’’ da ASAE. Os queixumes de Laura Lopes põem em evidência um dos maiores problemas que enfrentam os produtores do Queijo Serra da Estrela: o licenciamento e a certificação das queijarias. Das dezenas de bancas expostas na feira de Penalva, apenas meia dúzia apresentava queijo da Serra da Estrela com rótulo e dizeres de queijarias licenciadas. Comum a todas, o preço de €15 o quilo.
Fonte: Expresso, 9 de Fevereiro de 08
Fonte: Expresso, 9 de Fevereiro de 08
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queijo; Celso Guedes de Carvalho
Agro-alimentar já exporta 2 mil milhões
O sector agro-alimentar já exporta dois mil milhões de dólares, um valor que é particularmente impulsionado pelas vendas de vinho do Porto.
O crescimento das exportações terá atingido os 11% em 2007, segundo dados da Secretaria de Estado da Agricultura, representando o sector perto de 7% do total das exportações nacionais.
Só no ramo dos azeites e dos óleos o crescimento registado foi de 25%, tendo ficado pelos 20% no subsector do pescado e produtos do mar.
Uma das explicações para este sucesso comercial reside no facto de as empresas estarem a abordar mercados que ainda há poucos anos lhes eram totalmente desconhecidos e cujo potencial ignoravam.
…
Apesar deste optimismo, ainda há alguns constrangimentos, dos quais se destaca a falta de dimensão das empresas nacionais e, consequentemente, a incapacidade que revelam para chegar aos consumidores de forma eficaz, enfrentando pelo caminho a concorrência já estabelecida nos mercados pretendidos.
“Há um grande desconhecimento do importador estrangeiro sobre as características únicas do sector alimentar português, o que se revela um forte «handicap» para que os produtos nacionais cheguem aos pontos de venda noutros países e em boas condições para enfrentar a concorrência”, nota o administrador do SISAB.
Para dar uma ideia da falta de dimensão dos produtores nacionais, aquele responsável aponta a dificuldade que alguns têm em exportar os seus produtos pela simples razão de que, muitas vezes, as encomendas não chegam sequer para preencher um contentor, mas apenas umas simples paletes. Têm de esperar por encomendas de outras proveniências para conseguir completar o contentor e, só depois, seguir viagem.
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Fonte: Expresso, 9 de Fevereiro de 08
O crescimento das exportações terá atingido os 11% em 2007, segundo dados da Secretaria de Estado da Agricultura, representando o sector perto de 7% do total das exportações nacionais.
Só no ramo dos azeites e dos óleos o crescimento registado foi de 25%, tendo ficado pelos 20% no subsector do pescado e produtos do mar.
Uma das explicações para este sucesso comercial reside no facto de as empresas estarem a abordar mercados que ainda há poucos anos lhes eram totalmente desconhecidos e cujo potencial ignoravam.
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Apesar deste optimismo, ainda há alguns constrangimentos, dos quais se destaca a falta de dimensão das empresas nacionais e, consequentemente, a incapacidade que revelam para chegar aos consumidores de forma eficaz, enfrentando pelo caminho a concorrência já estabelecida nos mercados pretendidos.
“Há um grande desconhecimento do importador estrangeiro sobre as características únicas do sector alimentar português, o que se revela um forte «handicap» para que os produtos nacionais cheguem aos pontos de venda noutros países e em boas condições para enfrentar a concorrência”, nota o administrador do SISAB.
Para dar uma ideia da falta de dimensão dos produtores nacionais, aquele responsável aponta a dificuldade que alguns têm em exportar os seus produtos pela simples razão de que, muitas vezes, as encomendas não chegam sequer para preencher um contentor, mas apenas umas simples paletes. Têm de esperar por encomendas de outras proveniências para conseguir completar o contentor e, só depois, seguir viagem.
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Fonte: Expresso, 9 de Fevereiro de 08
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terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008
Seminário “Consumo de Fruta Qualificada: Uma Alimentação Saudável e Segura”
A Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça no âmbito do projecto AGRO 944, com a colaboração do COTHN, vai organizar no próximo dia 26 de Fevereiro de 2008 no auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça um seminário dedicado ao tema "Consumo de Fruta Qualificada: Uma Alimentação Saudável e Segura".
O seminário é constituído por dois painéis. O primeiro é composto por especialistas que irão fazer as suas intervenções dedicadas às características funcionais da Maçã de Alcobaça e da Pêra Rocha do Oeste, onde serão apresentados os mais recentes estudos sobre as potencialidades destes frutos na alimentação. O segundo painel irá abordar o tema da fruta qualificada desde a produção ao consumo.
A confirmação da sua presença neste seminário deve ser feita para os contactos do COTHN até ao dia 25 de Fevereiro.
T. 262 507 657
F. 262 507 659
E. geral@cothn.pt
No mesmo dia, 26 de Fevereiro, vai decorrer um jantar/mostra gastronómica no restaurante do Hotel Quinta do Pinheiro em Valado dos Frades. A confirmação do jantar deve ser feita até ao dia 20 de Fevereiro para os contactos da ANP (262 691 209 ou anp@perarocha.pt).
O seminário é constituído por dois painéis. O primeiro é composto por especialistas que irão fazer as suas intervenções dedicadas às características funcionais da Maçã de Alcobaça e da Pêra Rocha do Oeste, onde serão apresentados os mais recentes estudos sobre as potencialidades destes frutos na alimentação. O segundo painel irá abordar o tema da fruta qualificada desde a produção ao consumo.
A confirmação da sua presença neste seminário deve ser feita para os contactos do COTHN até ao dia 25 de Fevereiro.
T. 262 507 657
F. 262 507 659
E. geral@cothn.pt
No mesmo dia, 26 de Fevereiro, vai decorrer um jantar/mostra gastronómica no restaurante do Hotel Quinta do Pinheiro em Valado dos Frades. A confirmação do jantar deve ser feita até ao dia 20 de Fevereiro para os contactos da ANP (262 691 209 ou anp@perarocha.pt).
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fruta; Celso Guedes de Carvalho
segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008
A nossa agente em Tóquio
Primeiro estranha-se, depois entranha-se. É citando Pessoa que Christina Gomes Shimpo procura convencer os industriais portugueses a vencerem os receios e lançarem as suas marcas no potente mercado nipónico.
…
A sua cruzada é promover e distribuir no Japão marcas lusas consagradas, como as conservas Ramirez, os cafés Nicola, os azeites Sovena, as bolachas da Nacional, as massas da Cerealis ou os vinhos Picos do Couto ou Quinta de Sernade, da região do Dão. A última aventura foi organizar em Tóquio, sem incentivos que reduzissem os riscos, a primeira feira ‘O Melhor de Portugal’, que combinava a promoção de prestigiadas referências alimentares com empresas de sectores como os transportes (Euroatla) ou de antiguidades (Dickson).
Mas a ambição da distribuidora Portugal Best - Goods & Foods que fundou não se esgota em certames promocionais e na loja-modelo que abriu em Tóquio. Christina quer que os produtos portugueses rivalizem com os italianos nas prateleiras dos supermercados das principais cidades. Para isso, tem um programa para abrir uma cadeia de 10/12 lojas, em regime de «franchise». A ofensiva passa, num primeiro momento, por impor no mercado nipónico uma marca registada pela Ramirez - The Queen of The Coast. A insígnia será aplicada na rede de lojas e nos produtos importados pela sua distribuidora, como forma de uniformizar a gama de produtos e colar-lhe uma imagem única de qualidade do «made in Portugal».
…
Christina lamenta que o ICEP tenha no passado fomentado uma ofensiva baseada no preço, conduzindo a que, por exemplo, vinhos portugueses chegassem ao Japão a menos de um euro. “Os importadores que pressionam descontos não interessam. Os produtos portugueses têm de se posicionar no segmento mais alto”, comenta.
A empresária reconhece que o Japão é um mercado difícil, cerimonioso e demorado. …Para ela, todos os sectores podem ter sucesso no Japão. “Portugal não tem um histórico, está numa excelente posição para criar a imagem mais adequada”. A Ramirez é um recente exemplo de sucesso. Semeou durante dois anos e agora colhe a exportação de dois contentores de conservas. Em 2008, admite despachar um contentor por mês, 1,5 milhões de latas no total.
…
Fonte: Expresso, 12 de Janeiro de 08
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A sua cruzada é promover e distribuir no Japão marcas lusas consagradas, como as conservas Ramirez, os cafés Nicola, os azeites Sovena, as bolachas da Nacional, as massas da Cerealis ou os vinhos Picos do Couto ou Quinta de Sernade, da região do Dão. A última aventura foi organizar em Tóquio, sem incentivos que reduzissem os riscos, a primeira feira ‘O Melhor de Portugal’, que combinava a promoção de prestigiadas referências alimentares com empresas de sectores como os transportes (Euroatla) ou de antiguidades (Dickson).
Mas a ambição da distribuidora Portugal Best - Goods & Foods que fundou não se esgota em certames promocionais e na loja-modelo que abriu em Tóquio. Christina quer que os produtos portugueses rivalizem com os italianos nas prateleiras dos supermercados das principais cidades. Para isso, tem um programa para abrir uma cadeia de 10/12 lojas, em regime de «franchise». A ofensiva passa, num primeiro momento, por impor no mercado nipónico uma marca registada pela Ramirez - The Queen of The Coast. A insígnia será aplicada na rede de lojas e nos produtos importados pela sua distribuidora, como forma de uniformizar a gama de produtos e colar-lhe uma imagem única de qualidade do «made in Portugal».
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Christina lamenta que o ICEP tenha no passado fomentado uma ofensiva baseada no preço, conduzindo a que, por exemplo, vinhos portugueses chegassem ao Japão a menos de um euro. “Os importadores que pressionam descontos não interessam. Os produtos portugueses têm de se posicionar no segmento mais alto”, comenta.
A empresária reconhece que o Japão é um mercado difícil, cerimonioso e demorado. …Para ela, todos os sectores podem ter sucesso no Japão. “Portugal não tem um histórico, está numa excelente posição para criar a imagem mais adequada”. A Ramirez é um recente exemplo de sucesso. Semeou durante dois anos e agora colhe a exportação de dois contentores de conservas. Em 2008, admite despachar um contentor por mês, 1,5 milhões de latas no total.
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Fonte: Expresso, 12 de Janeiro de 08
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distribuição; Celso Guedes de Carvalho
sábado, 16 de Fevereiro de 2008
Prémios de Baco
A ‘Revista de Vinhos’ premiou, pelo décimo primeiro ano consecutivo, os melhores vinhos portugueses, bem como as personalidades, empresas e instituições ligadas à área de vinhos e gastronomia que mais se distinguiram durante o ano 2007. O evento decorreu ontem, durante um jantar assinado pelo chefe Hélio Loureiro, servido no CNEMA - Centro Nacional de Exposições de Mercados Agrícolas - em Santarém, onde estiveram presentes produtores, enólogos, técnicos, empresários, distribuidores e outros agentes vindos de todos os cantos do país, num total que reuniu cerca de 900 pessoas. “Todos os anos fazemos este evento numa cidade diferente, tentamos fazer rotação pelo país. No entanto, com a proporção que o evento alcançou, já são poucos os recintos nacionais que consigam albergar com dignidade tanta gente”, graceja o director da ‘Revista de Vinhos’, Luís Lopes. Tal como sucedeu na edição anterior, o evento contou ainda com a presença do ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva.
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Prémios de excelência
Murganheira Assemblage
Espumante Távora-Varosa branco 1995
Anselmo Mendes
Vinho Verde Alvarinho branco 2005
Dorado
Vinho Verde Alvarinho branco 2005
Soalheiro Primeiras Vinhas
Vinho Verde Alvarinho branco 2006
Auru
Douro tinto 2001
Alves de Sousa Reserva Pessoal
Douro tinto 2003
Batuta
Douro tinto 2005
Charme
Douro tinto 2005
Gouvyas
Douro Vinhas Velhas tinto 2005
Lavradores de Feitoria
Douro Grande Escolha 2004
Pintas
Douro tinto 2005
Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa
Douro tinto 2005
Quinta do Infantado
Douro Reserva tinto 2005
Quinta do Vale Meão
Douro tinto 2005
Vértice
Douro Grande Reserva tinto 2003
Paço dos Cunhas de Santar Vinha do Contador
Dão tinto 2005
Quinta da Falorca
Dão Garrafeira tinto 2003
Quinta de Foz de Arouce Vinhas Velhas Santa Maria
Reg. Beiras tinto 2005
Quinta do Ribeirinho Pé-Franco
Reg. Beiras tinto 2005
Quinta do Monte d’Oiro
Reg. Estremadura Reserva tinto 2004
S de Soberanas
Reg. Terras do Sado tinto 2004
Dona Maria
Reg. Alentejano Reserva tinto 2004
Paulo Laureano
Reg. Alentejano Alicante Bouschet tinto 2005
Quinta do Carmo
Regional Alentejano Reserva tinto 2004
Terrenus
Regional Alentejano Reserva tinto 2004
Vale de Ancho
Alentejo Reserva tinto 2004
Zambujeiro
Reg. Alentejano tinto 2004
Quinta do Noval
Porto Colheita 1986
Barbeito Lote Especial
Madeira Malvazia 30 Anos
Relíquia
Aguardente Velhíssima Reserva Especial
Outros prémios
Campanha Publicitária do Ano
Adega Mayor
Escanção do Ano
Ana Paula Lopes
Restaurante do Ano (Tradicional)
Tomba Lobos
Restaurante do Ano
Valle Flôr
Prémio Especial de Gastronomia
Vítor Sobral
Garrafeira do Ano
Wine O'Clock
Organização Vitivinícola do Ano
Douro Boys
Cooperativa do Ano
Adega Cooperativa Regional de Monção
Produtor Revelação do Ano
Colinas de S. Lourenço
Produtor do Ano
Casa de Santar
Empresa do Ano
Quinta do Portal
Empresa do Ano (Vinhos Generosos)
José Maria da Fonseca
Enoturismo do Ano
Herdade da Malhadinha Nova
Viticultura do Ano
Vines & Wines
Enólogo do Ano
Carlos Lucas
Enólogo do Ano (Vinhos Generosos)
David Guimaraens
Senhor do Vinho
Peter Symington
Fonte: Expresso, 16 de Fevereiro de 2008
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Prémios de excelência
Murganheira Assemblage
Espumante Távora-Varosa branco 1995
Anselmo Mendes
Vinho Verde Alvarinho branco 2005
Dorado
Vinho Verde Alvarinho branco 2005
Soalheiro Primeiras Vinhas
Vinho Verde Alvarinho branco 2006
Auru
Douro tinto 2001
Alves de Sousa Reserva Pessoal
Douro tinto 2003
Batuta
Douro tinto 2005
Charme
Douro tinto 2005
Gouvyas
Douro Vinhas Velhas tinto 2005
Lavradores de Feitoria
Douro Grande Escolha 2004
Pintas
Douro tinto 2005
Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa
Douro tinto 2005
Quinta do Infantado
Douro Reserva tinto 2005
Quinta do Vale Meão
Douro tinto 2005
Vértice
Douro Grande Reserva tinto 2003
Paço dos Cunhas de Santar Vinha do Contador
Dão tinto 2005
Quinta da Falorca
Dão Garrafeira tinto 2003
Quinta de Foz de Arouce Vinhas Velhas Santa Maria
Reg. Beiras tinto 2005
Quinta do Ribeirinho Pé-Franco
Reg. Beiras tinto 2005
Quinta do Monte d’Oiro
Reg. Estremadura Reserva tinto 2004
S de Soberanas
Reg. Terras do Sado tinto 2004
Dona Maria
Reg. Alentejano Reserva tinto 2004
Paulo Laureano
Reg. Alentejano Alicante Bouschet tinto 2005
Quinta do Carmo
Regional Alentejano Reserva tinto 2004
Terrenus
Regional Alentejano Reserva tinto 2004
Vale de Ancho
Alentejo Reserva tinto 2004
Zambujeiro
Reg. Alentejano tinto 2004
Quinta do Noval
Porto Colheita 1986
Barbeito Lote Especial
Madeira Malvazia 30 Anos
Relíquia
Aguardente Velhíssima Reserva Especial
Outros prémios
Campanha Publicitária do Ano
Adega Mayor
Escanção do Ano
Ana Paula Lopes
Restaurante do Ano (Tradicional)
Tomba Lobos
Restaurante do Ano
Valle Flôr
Prémio Especial de Gastronomia
Vítor Sobral
Garrafeira do Ano
Wine O'Clock
Organização Vitivinícola do Ano
Douro Boys
Cooperativa do Ano
Adega Cooperativa Regional de Monção
Produtor Revelação do Ano
Colinas de S. Lourenço
Produtor do Ano
Casa de Santar
Empresa do Ano
Quinta do Portal
Empresa do Ano (Vinhos Generosos)
José Maria da Fonseca
Enoturismo do Ano
Herdade da Malhadinha Nova
Viticultura do Ano
Vines & Wines
Enólogo do Ano
Carlos Lucas
Enólogo do Ano (Vinhos Generosos)
David Guimaraens
Senhor do Vinho
Peter Symington
Fonte: Expresso, 16 de Fevereiro de 2008
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eventos gourmet; Celso Guedes de Carvalho
Quinzena gastronómica do azeite para atrair espanhóis
A vila medieval de Marvão (Portalegre) recebe, a partir de hoje, uma quinzena gastronómica dedicada aos comeres de azeite, com o objectivo de atrair turistas espanhóis à região do norte alentejano.
"Existe uma grande procura por parte dos espanhóis sobre os pratos típicos da região, confeccionados à base de azeite", disse ontem o vereador da cultura do município local, Pedro Sobreiro, para justificar a realização do certame.
A terceira edição das Comidas de Azeite, que decorre até terça-feira, pretende dar a conhecer os melhores pratos da gastronomia regional alentejana, confeccionados à base de azeite. "O evento, nas anteriores edições, decorria durante um período mais curto, mas como existe uma grande procura por parte dos turistas espanhóis, ampliámos a duração da iniciativa", afirmou o autarca.
Nos restaurantes aderentes poderão ser saboreados várias iguarias confeccionadas à base de azeite, tais como açorda alentejana, carpa com molho de azeite, alhada com azeite e coentro ou entrecosto frito em azeite e alho. "A diversidade de pratos à base de azeite apresentados pelos restaurantes só demonstra que o azeite é uma das estrelas da nossa gastronomia regional", considerou o autarca. Durante a quinzena gastronómica, que conta com a participação de 15 restaurantes do concelho, o município de Marvão pretende chamar à atenção para a importância do azeite como sendo uma das gorduras naturais mais saudáveis.
Fonte: JN, 16 de Fevereiro de 2008
"Existe uma grande procura por parte dos espanhóis sobre os pratos típicos da região, confeccionados à base de azeite", disse ontem o vereador da cultura do município local, Pedro Sobreiro, para justificar a realização do certame.
A terceira edição das Comidas de Azeite, que decorre até terça-feira, pretende dar a conhecer os melhores pratos da gastronomia regional alentejana, confeccionados à base de azeite. "O evento, nas anteriores edições, decorria durante um período mais curto, mas como existe uma grande procura por parte dos turistas espanhóis, ampliámos a duração da iniciativa", afirmou o autarca.
Nos restaurantes aderentes poderão ser saboreados várias iguarias confeccionadas à base de azeite, tais como açorda alentejana, carpa com molho de azeite, alhada com azeite e coentro ou entrecosto frito em azeite e alho. "A diversidade de pratos à base de azeite apresentados pelos restaurantes só demonstra que o azeite é uma das estrelas da nossa gastronomia regional", considerou o autarca. Durante a quinzena gastronómica, que conta com a participação de 15 restaurantes do concelho, o município de Marvão pretende chamar à atenção para a importância do azeite como sendo uma das gorduras naturais mais saudáveis.
Fonte: JN, 16 de Fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008
Caves Aliança preparam nova marca
A Caves Aliança vai apresentar-se com a denominação de Aliança a partir do segundo semestre deste ano. A nova designação e imagem, que está a ser trabalhada pela Albuquerque Designers, vai funcionar como marca umbrella da maioria do portfólio de produtos da empresa que, além dos espumantes, detém várias marcas de vinho nas regiões do Douro, Dão, Alentejo e Bairrada.
O objectivo é, esclareceu o director de marketing da empresa Paulo Medina ao M&P, criar uma marca global e mais rentável através da “associação dos seus produtos a várias regiões do país”. A empresa pretende, dessa forma, transmitir a ideia de que a marca “é boa produtora em várias regiões e transmite confiança aos consumidores para as escolher”, esclarece o responsável pelo marketing da Caves Aliança. O desafio que se coloca é igualmente a manutenção da identidade dos vários vinhos que estão incluídos no catálogo da empresa. Sem querer adiantar os valores que estão orçamentados para este investimento, Paulo Medina adiantou, no entanto, que as perspectivas de crescimento rondam os 10% para o próximo ano.
De acordo com Pedro Albuquerque, partner designer da Albuquerque Designers, o desafio colocado ao atelier foi o de “conotar a Aliança como uma marca nacional e criar uma estratégia tangível em termos visuais para que os consumidores se apercebam que a Aliança está associada a todos esses vinhos”. Assim, a nova imagem prevê abarcar um equilíbrio “entre a actualização do portfólio já existentes e o lançamento de novos produtos”, esclarece Pedro Albuquerque.
A empresa também está a prever alterar a sua denominação social para Caves Aliança Vinhos de Portugal, alteração que deverá ser aprovada em assembleia geral de accionistas já no próximo dia 26. Esta alteração impôs-se a partir do momento em que os estudos de mercado encomendados pela empresa revelaram a “existência de uma percepção negativa dos consumidores” relativamente à actual designação, explicou o responsável. A Caves Aliança, que foi adquirida em Maio passado pela Bacalhôa Vinhos de Portugal, empresa detida maioritariamente por Joe Berardo, pretende assim também uniformizar a sua denominação em relação à empresa proprietária do seu capital.
Fonte: M&P, 15 de Fevereiro de 2008
O objectivo é, esclareceu o director de marketing da empresa Paulo Medina ao M&P, criar uma marca global e mais rentável através da “associação dos seus produtos a várias regiões do país”. A empresa pretende, dessa forma, transmitir a ideia de que a marca “é boa produtora em várias regiões e transmite confiança aos consumidores para as escolher”, esclarece o responsável pelo marketing da Caves Aliança. O desafio que se coloca é igualmente a manutenção da identidade dos vários vinhos que estão incluídos no catálogo da empresa. Sem querer adiantar os valores que estão orçamentados para este investimento, Paulo Medina adiantou, no entanto, que as perspectivas de crescimento rondam os 10% para o próximo ano.
De acordo com Pedro Albuquerque, partner designer da Albuquerque Designers, o desafio colocado ao atelier foi o de “conotar a Aliança como uma marca nacional e criar uma estratégia tangível em termos visuais para que os consumidores se apercebam que a Aliança está associada a todos esses vinhos”. Assim, a nova imagem prevê abarcar um equilíbrio “entre a actualização do portfólio já existentes e o lançamento de novos produtos”, esclarece Pedro Albuquerque.
A empresa também está a prever alterar a sua denominação social para Caves Aliança Vinhos de Portugal, alteração que deverá ser aprovada em assembleia geral de accionistas já no próximo dia 26. Esta alteração impôs-se a partir do momento em que os estudos de mercado encomendados pela empresa revelaram a “existência de uma percepção negativa dos consumidores” relativamente à actual designação, explicou o responsável. A Caves Aliança, que foi adquirida em Maio passado pela Bacalhôa Vinhos de Portugal, empresa detida maioritariamente por Joe Berardo, pretende assim também uniformizar a sua denominação em relação à empresa proprietária do seu capital.
Fonte: M&P, 15 de Fevereiro de 2008
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vinho; Celso Guedes de Carvalho
terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008
Dez mil hectares de olival biológico
Um grande projecto de agricultura biológica, que aguarda apoio do Ministério da Agricultura para ser concretizado, prevê a conversão e instalação de dez mil hectares de olival na Beira Interior, até 2013. O objectivo consta do plano integrado para o olival na Beira Interior, elaborado pela Espaço Visual, empresa de consultadoria e elaboração de projectos agrícolas, para a Associação de Agricultores para a Produção Integrada de Frutos de Montanha (AAPIM), na Guarda.
Segundo José Assunção, presidente da direcção da AAPIM, o plano prevê a plantação de cinco mil hectares de novas plantações e de outros tantos de olival tradicional que serão convertidos no modo de produção biológica, em 24 concelhos da região. "Trata-se do maior projecto de agricultura biológica no país, que agora aguarda apoio do Ministério da Agricultura para poder ser concretizado no terreno", salientou o responsável, dando conta que o mesmo foi entregue em Novembro, na Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro.
Adiantou que o plano que aponta a produção de azeite biológico como uma das principais apostas para a fileira, foi elaborado com o intuito de tornar o olival da região da Beira Interior "profissional e competitivo" usufruindo como factor de impulsionamento dos Fundos do Plano de Desenvolvimento Regional previstos no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) 2007-2013.
"Penso que tem todas as condições para ser aprovado", garantiu o dirigente, recordando que já teve oportunidade "de apresentar este projecto ao Ministro da Agricultura e penso que reagiu bem, se bem que a própria Direcção Regional também tem uma palavra a dizer".
Fonte: JN, 12 de Fevereiro de 2008
Segundo José Assunção, presidente da direcção da AAPIM, o plano prevê a plantação de cinco mil hectares de novas plantações e de outros tantos de olival tradicional que serão convertidos no modo de produção biológica, em 24 concelhos da região. "Trata-se do maior projecto de agricultura biológica no país, que agora aguarda apoio do Ministério da Agricultura para poder ser concretizado no terreno", salientou o responsável, dando conta que o mesmo foi entregue em Novembro, na Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro.
Adiantou que o plano que aponta a produção de azeite biológico como uma das principais apostas para a fileira, foi elaborado com o intuito de tornar o olival da região da Beira Interior "profissional e competitivo" usufruindo como factor de impulsionamento dos Fundos do Plano de Desenvolvimento Regional previstos no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) 2007-2013.
"Penso que tem todas as condições para ser aprovado", garantiu o dirigente, recordando que já teve oportunidade "de apresentar este projecto ao Ministro da Agricultura e penso que reagiu bem, se bem que a própria Direcção Regional também tem uma palavra a dizer".
Fonte: JN, 12 de Fevereiro de 2008
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biológico; Celso Guedes de Carvalho
domingo, 10 de Fevereiro de 2008
Câmara de Vinhais criou empresa para dinamizar economia rural
Dada a falta de iniciativa privada, problema comum a todos os concelhos do interior do país, a Câmara de Vinhais criou uma empresa que tem como grande objectivo o desenvolvimento do mundo rural. Chama-se Proruris, já começou a funcionar e tem como missão gerir as participações sociais do município em várias empresas concelhias: matadouro, empresa de comercialização da castanha, entre outras.
O grande projecto da Proruris é, contudo, o de criar um Centro de Investigação Tecnológica (CITVIN) e uma unidade de transformação dos resíduos florestais e outros resíduos sólidos em biomassa, para a produção de energia.
…
A autarquia estabeleceu parcerias com diversas entidades de ensino superior, portuguesas e espanholas, que vão envolver alguns dos seus investigadores no projecto. Esse passo visa beneficiar a qualidade e quantidade da produção, melhorar a apresentação e comercialização dos produtos e proporcionar formação aos agricultores.
O fumeiro, a castanha e a carne de porco bísaro são áreas prioritárias de investigação. Outros recursos da região serão posteriormente considerados, como os frutos vermelhos, os cogumelos, o mel, a vinha e a floresta.
O centro de produção de energia poderá, por um lado, contribuir para uma melhor limpeza das florestas e, por outro, para fazer dessa limpeza um factor de enriquecimento. "Os resíduos em vez de serem desperdiçados podem ser transformados em energia", disse Américo Pereira.
(5 milhões de euros é o investimento que a concretização dos projectos assumidos pela Proruris deverá implicar)
Fonte: Público, 3 de Fevereiro de 08
O grande projecto da Proruris é, contudo, o de criar um Centro de Investigação Tecnológica (CITVIN) e uma unidade de transformação dos resíduos florestais e outros resíduos sólidos em biomassa, para a produção de energia.
…
A autarquia estabeleceu parcerias com diversas entidades de ensino superior, portuguesas e espanholas, que vão envolver alguns dos seus investigadores no projecto. Esse passo visa beneficiar a qualidade e quantidade da produção, melhorar a apresentação e comercialização dos produtos e proporcionar formação aos agricultores.
O fumeiro, a castanha e a carne de porco bísaro são áreas prioritárias de investigação. Outros recursos da região serão posteriormente considerados, como os frutos vermelhos, os cogumelos, o mel, a vinha e a floresta.
O centro de produção de energia poderá, por um lado, contribuir para uma melhor limpeza das florestas e, por outro, para fazer dessa limpeza um factor de enriquecimento. "Os resíduos em vez de serem desperdiçados podem ser transformados em energia", disse Américo Pereira.
(5 milhões de euros é o investimento que a concretização dos projectos assumidos pela Proruris deverá implicar)
Fonte: Público, 3 de Fevereiro de 08
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bons exemplos,
Celso Guedes de Carvalho
quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008
Produtos tradicionais preservados
A comissão parlamentar de Assuntos Económicos aprovou ontem a criação de um grupo de trabalho para fazer um levantamento dos produtos tradicionais que necessitem de um "enquadramento específico" nos regulamentos sobre segurança e higiene. Em declarações à Lusa, o deputado socialista Jorge Seguro explicou que o grupo de trabalho irá proceder ao "levantamento dos produtos tradicionais portugueses cuja produção, transporte e comercialização necessitem de condições especiais para a sua produção normal".
"Os regulamentos comunitários relativos à higiene e segurança dos alimentos aprovados em 2004 são de aplicação directa em Portugal, mas permitem que possa existir um regime especial para os produtos tradicionais", referiu.
"As questões de higiene são essenciais, mas também deve-se salvaguardar a existência dos produtos tradicionais. Tudo deve continuar a existir, mas respeitando as regras de higiene", salientou Jorge Seguro. De acordo com o socialista, o PSD justificou o seu voto contra a criação do grupo de trabalho argumentando que não deveria ser a Assembleia da República a realizar o levantamento dos produtos tradicionais portugueses.
Fonte: JN, 7 de Fevereiro de 2008
"Os regulamentos comunitários relativos à higiene e segurança dos alimentos aprovados em 2004 são de aplicação directa em Portugal, mas permitem que possa existir um regime especial para os produtos tradicionais", referiu.
"As questões de higiene são essenciais, mas também deve-se salvaguardar a existência dos produtos tradicionais. Tudo deve continuar a existir, mas respeitando as regras de higiene", salientou Jorge Seguro. De acordo com o socialista, o PSD justificou o seu voto contra a criação do grupo de trabalho argumentando que não deveria ser a Assembleia da República a realizar o levantamento dos produtos tradicionais portugueses.
Fonte: JN, 7 de Fevereiro de 2008
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DOP: Celso Guedes de Carvalho,
ETG,
IGP
quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008
Grand Jury no Douro
Quarenta especialistas mundiais ligados ao vinho encontraramm-se este fim-de-semana em Lamego para uma prova de marcas do Douro, numa iniciativa da Adeturn, a agência regional de turismo e do grupo Douro Boys. Trata-se do Grand Jury Européen Session Portugal 2008 que se destina a divulgar o Norte como destino turístico, associado em especial aos seus vinhos e gastronomia.
Fonte: Expresso, 2 de Fevereiro de 08
Fonte: Expresso, 2 de Fevereiro de 08
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eventos gourmet; Celso Guedes de Carvalho
Oceanos servem de tema ao Festival do Chocolate
Os descobrimentos e o imaginário infantil ligado ao mar servem este ano de mote às esculturas que estarão em exposição durante o Festival do Chocolate. A sexta edição irá realizar-se entre os dias 14 e 24 de Fevereiro. e os eventos concentrar-se-ão na cerca do castelo, deixando a vila liberta. Além da alteração da data (costumava realizar-se em Novembro), o evento é ao ar livre e não terá circuitos obrigatórios. Os bilhetes são a €5 para visitantes com idades a partir dos 12 anos. A entrada na Casa de Chocolate das Crianças custa €4 para miúdos até aos 11 anos. Para ver de 2ª a 5ª das 15h às 23h; 6ª das 15h às 24h, sábado das 10 às 24h e domingo das 10h às 23h.
Fonte: Expresso, 2 de Fevereiro de 08
Fonte: Expresso, 2 de Fevereiro de 08
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chocolate; Celso Guedes de Carvalho
segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008
Seminário “Consumo de Fruta Qualificada: Uma Alimentação Saudável e Segura”
A Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça no âmbito do projecto AGRO 944, com a colaboração do COTHN, vai organizar no próximo dia 26 de Fevereiro de 2008 no auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, conforme programa em anexo, um seminário dedicado à temática “Consumo de Fruta Qualificada: Uma Alimentação Saudável e Segura”.
O seminário é constituído por dois painéis, sendo o primeiro animado com algumas intervenções de especialistas sobre as características funcionais da Maçã de Alcobaça e da Pêra Rocha do Oeste e onde serão apresentados os mais recentes estudos sobre as potencialidades destes frutos na alimentação e um segundo painel que abordará o papel da fruta qualificada desde o produção ao consumo.
Aproveitamos também para divulgar o jantar/mostra gastronómica a realizar também no dia 26 de Fevereiro logo a seguir ao Seminário no restaurante do Hotel Rural Quinta do Pinheiro em Valado dos Frades. A confirmação para o jantar deve ser feita até ao dia 20 Fevereiro para os contactos da ANP (262 691209 ou anp@perarocha.pt).
Fonte: COTHN, 2008.02.04
O seminário é constituído por dois painéis, sendo o primeiro animado com algumas intervenções de especialistas sobre as características funcionais da Maçã de Alcobaça e da Pêra Rocha do Oeste e onde serão apresentados os mais recentes estudos sobre as potencialidades destes frutos na alimentação e um segundo painel que abordará o papel da fruta qualificada desde o produção ao consumo.
Aproveitamos também para divulgar o jantar/mostra gastronómica a realizar também no dia 26 de Fevereiro logo a seguir ao Seminário no restaurante do Hotel Rural Quinta do Pinheiro em Valado dos Frades. A confirmação para o jantar deve ser feita até ao dia 20 Fevereiro para os contactos da ANP (262 691209 ou anp@perarocha.pt).
Fonte: COTHN, 2008.02.04
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fruta; Celso Guedes de Carvalho
O Cantinho das Aromáticas
O Cantinho das Aromáticas lançou recentemente a sua nova linha de chás/ervas condimentares que vai desde a “simples” cidreira à complexa tomilho bela-luz.
Estamos na presença de um produto 100% Português (desde a embalagem às plantas) e que foi produzido numa das raras Quintas em espaço urbano que pratica Agricultura Biológica na Europa.
As plantas são secas em condições de ambiente e luz controlados, não ultrapassando temperaturas excessivas, mantendo assim todos os compostos e substâncias voláteis, além de garantir uma cor muito próxima da original, o que contribui para a sua durabilidade.
Sugiro que comece por fazer uma visita ao site http://www.cantinhodasaromaticas.pt/ ou então vá directamente à Quinta do Paço, Rua do Meiral, 508, 4400-501 Canidelo - V.N.Gaia.
Estamos na presença de um produto 100% Português (desde a embalagem às plantas) e que foi produzido numa das raras Quintas em espaço urbano que pratica Agricultura Biológica na Europa.
As plantas são secas em condições de ambiente e luz controlados, não ultrapassando temperaturas excessivas, mantendo assim todos os compostos e substâncias voláteis, além de garantir uma cor muito próxima da original, o que contribui para a sua durabilidade.
Sugiro que comece por fazer uma visita ao site http://www.cantinhodasaromaticas.pt/ ou então vá directamente à Quinta do Paço, Rua do Meiral, 508, 4400-501 Canidelo - V.N.Gaia.
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chá; biológico; Celso Guedes de Carvalho
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