Terminada a campanha da sardinha, o melhor peixe capturado começa agora a ser comercializado por La Gondola. Com uma produção destinada sobretudo ao mercado internacional, as conservas encontram-se à venda em lojas gourmet e utilizam sardinha oriunda dos portos de Matosinhos, Aveiro e Figueira da Foz. A conserveira La Gondola foi fundada nos anos 30, em Matosinhos, por italianos.
Fonte: Expresso, 26 de Janeiro de 08
quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008
Fisiologia do Gosto
A bíblia do gosto «Fisiologia do Gosto», de Jean Brillant Savarin, é uma obra clássica inusitada e repleta de deliciosos aforismos, que aplica contornos científicos ao acto de bem comer. Editado em Portugal pela Via Occidentalis, o livro é encarado por muitos como a bíblia dos epicuristas e gastrónomos. Preço: €17,96
Fonte: Expresso, 26 de Janeiro de 08
Fonte: Expresso, 26 de Janeiro de 08
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livros gourmet; Celso Guedes de Carvalho
Descobrir locais belos a pretexto da castanha
A UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) acaba de conceber, com o apoio de diversas entidades da região, a ‘Rota da Castanha em Trás-os-Montes’, através da qual propõe cinco percursos geo-referenciados pelos locais mais belos, num total de 400 kms: Percurso Milenar (Vinhais-Parque de Montesinho-Bragança); Percurso Paisagista (Bragança-Calvelhe-Santa Comba de Rossas-Gebelim-Sambade-Alfândega da Fé-Macedo de Cavaleiros); Percurso das Fagaceae (Bragança-Zoio-Podence-Macedo de Cavaleiros); Percurso da Judia (Chaves-Serapicos-Carrazedo Montenegro-Valpaços-Chaves); Percurso Dourado da Padrela (Vila Pouca de Aguiar-Pedras Salgadas -Padrela-Carrazedo de Montenegro-Murça-Cortinha - Jales-Vila Pouca de Aguiar). O projecto é dirigido pelo Prof. José Gomes Laranjo, do Departamento de Engenharia Biológica e Ambiental.
Fonte: Expresso, 26 de Janeiro de 08
Fonte: Expresso, 26 de Janeiro de 08
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turismo gourmet
quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008
PS cria grupo de trabalho para salvaguardar produtos típicos
Fazer um levantamento dos produtos tradicionais portugueses que precisem de regras especiais de produção, transporte e de comercialização é o objectivo de um grupo de trabalho proposto por deputados do grupo parlamentar do PS que integram a Comissão de Assuntos Económicos da Assembleia da República. A proposta, entregue na sexta-feira, surge na sequência da audição parlamentar do inspector-geral da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), que decorreu na semana passada. Na sessão, foi muito discutida a possível asfixia de produtos tradicionais portugueses sujeitos a uma legislação quase toda comunitária. O grupo de trabalho, a constituir no âmbito da comissão parlamentar de Assuntos Económicos, Inovação e Desenvolvimento Regional, vai analisar os regulamentos que incidem sobre os géneros alimentícios de forma a salvaguardar a higiene, mas "mantendo os métodos de produção tradicional", segundo o requerimento dos deputados do PS. No documento, os deputados sublinham a importância das normas de higiene em vigor para a defesa do consumidor.O relatório do grupo de trabalho deverá estar pronto dentro de três meses.Durante a audição com António Nunes, o inspector-geral da ASAE, o deputado socialista Jorge Seguro Sanches já tinha anunciado a criação de um grupo de trabalho para estudar os regulamentos e a forma como estão a ser aplicados, visando garantir a subsistência de negócios familiares em zonas rurais. Os partidos da oposição, em particular o CDS-PP, questionaram o fim de produtos típicos portugueses - como o arroz de cabidela ou as amêndoas moles em panelas de cobre - que não sobrevivem à aplicação severa da lei por parte da ASAE. António Nunes sublinhou que "a maior parte da legislação alimentar não é nacional" e que "o pequeno produtor não está regulamentado". O inspector-geral da ASAE acabou mesmo por reconhecer que "os pequenos produtores não estão defendidos por legislação nenhuma" e que, por isso, "correm riscos". O CDS-PP, pela voz do deputado Pedro Mota Soares, acusou a ASAE de se exceder face à lei, acabando por prejudicar pequenas economias familiares. Um dos exemplos dados foi a feira do fumeiro do Barroso, em Montalegre, que este ano teve menos expositores devido ao receio de uma intervenção da ASAE. O inspector da ASAE, António Nunes, diz que "a maior parte da legislação alimentar não é nacional"
Fonte: http://jorgeseguro.blogspot.com/, 30 de Janeiro de 2008
Fonte: http://jorgeseguro.blogspot.com/, 30 de Janeiro de 2008
terça-feira, 29 de Janeiro de 2008
Maçã bravo esmolfe previne doenças cardiovasculares e alguns cancros
Na próxima quinta-feira, dia 31 Janeiro, terá lugar na UBI, no Anfiteatro Amarelo da Faculdade de Ciências da Saúde, a Sessão de Encerramento do Programa Agro, onde será apresentado o Projecto “Fitoquímicos e fibras de maçãs de variedades regionais das Beiras e de cultivares exóticas e seus benefícios para a saúde”.
Este estudo foi desenvolvido pelo Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro e Cooperativa Agrícola de Mangualde, com a colaboração do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica e a Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa. Os resultados deste projecto serão apresentados na Universidade da Beira Interior no dia 31 de Janeiro, às 14h00.
Análises preliminares da maçã Bravo de Esmolfe sugeriam que este fruto apresentava grande concentração em compostos bioactivos (polifenóis e fibras) e elevado poder antioxidante, podendo por isso ter características de alimento funcional, quer dizer, revelar influência positiva na prevenção de determinadas patologias, nomeadamente de alguns tipos de cancros e doenças cardiovasculares.
A par da Bravo de Esmolfe foram estudadas outras variedades regionais e as cultivares exóticas com maior importância no consumo de maçã no país, revelando, algumas destas, características que podem ser valorizadas comercialmente, uma vez que têm riqueza nutricional que responde a algumas das preocupações que muitos consumidores portugueses têm com a saúde.
Fonte: http://www.cienciapt.info/pt
Este estudo foi desenvolvido pelo Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro e Cooperativa Agrícola de Mangualde, com a colaboração do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica e a Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa. Os resultados deste projecto serão apresentados na Universidade da Beira Interior no dia 31 de Janeiro, às 14h00.
Análises preliminares da maçã Bravo de Esmolfe sugeriam que este fruto apresentava grande concentração em compostos bioactivos (polifenóis e fibras) e elevado poder antioxidante, podendo por isso ter características de alimento funcional, quer dizer, revelar influência positiva na prevenção de determinadas patologias, nomeadamente de alguns tipos de cancros e doenças cardiovasculares.
A par da Bravo de Esmolfe foram estudadas outras variedades regionais e as cultivares exóticas com maior importância no consumo de maçã no país, revelando, algumas destas, características que podem ser valorizadas comercialmente, uma vez que têm riqueza nutricional que responde a algumas das preocupações que muitos consumidores portugueses têm com a saúde.
Fonte: http://www.cienciapt.info/pt
segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008
Lamego acolhe concurso europeu de vinhos
Entre 31 deste mês e 2 de Fevereiro, Lamego recebe o concurso europeu de vinhos “Grand Jury Européen Portugal Session 2008”, iniciativa impulsionada pela ADETURN Turismo Norte de Portugal e Douro Boys. Segundo Jorge Osório, presidente da ADETURN, “este é um primeiro sinal do interesse em ligar os vinhos ao turismo, no âmbito da promoção turística do Porto e Norte. É um produto estratégico, tal como é a gastronomia, de acordo com a lista dos 10 produtos que estão no Plano Estratégico Nacional do Turismo”, comenta realçando que é do maior interesse a promoção de eventos desta natureza.
O certame internacional, da responsabilidade da Grand Jury Européen, está pela primeira vez em Portugal e vai reunir cerca de 40 especialistas mundiais no Porto e Norte para prova de vinhos da região. (…)
Fonte: Publituris, 28 de Janeiro de 2008
O certame internacional, da responsabilidade da Grand Jury Européen, está pela primeira vez em Portugal e vai reunir cerca de 40 especialistas mundiais no Porto e Norte para prova de vinhos da região. (…)
Fonte: Publituris, 28 de Janeiro de 2008
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eventos gourmet; Celso Guedes de Carvalho
Noruega exporta cada vez mais ‘fiel amigo’
A Noruega exportou mais 14% de peixe para Portugal, com destaque para o bacalhau (87% do total). Além do ‘fiel amigo’, a Noruega satisfaz os consumidores portugueses em salmão, e mesmo em espécies menos conhecidas, como o alabote, ou que não era habitual (casos da solha, sapateira e camarão) serem importadas.
Fonte: Expresso, 19 de Janeiro de 08
Fonte: Expresso, 19 de Janeiro de 08
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bacalhau; Celso Guedes de Carvalho
Confraria Gastronómica do Bacalhau realizou Capítulo em Ílhavo
Os presidentes das câmaras de Almeida e de Miranda do Douro, António Ribeiro e Manuel Martins, respectivamente, foram ontem entronizados confrades de honra da Confraria Gastronómica do Bacalhau que realizou o 9º Grande Capítulo em Ílhavo. Foram ainda entronizados como confrades Rui Dias, da Associação dos Industriais do Bacalhau, e o pároco de Ílhavo, padre Fausto Oliveira, o maestro da Banda Musica Nova e António Nunes, da Associação Comercial de Miranda do Douro
Fonte: JN, 20 de Janeiro de 08
Fonte: JN, 20 de Janeiro de 08
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confraria; Celso Guedes de Carvalho
Citrinos a preço ácido
Num mercado livre onde o sector citrícola algarvio permanece disperso, os preços da laranja andam ao sabor das conveniências. Qualquer viagem pelas estradas da região serve para nos dar a dimensão das discrepâncias. Um copo de sumo na A22 pode chegar aos €2,50, enquanto um quilo de laranjas pode ser comprado na EN125 por €1. Valores elevados, segundo os profissionais do ramo, pois o mesmo quilo adquirido à porta do armazém de um produtor não vai além dos 25 cêntimos. A experiência e o nível de profissionalização registados do outro lado da fronteira fazem com que muitos empresários do lado de cá anseiem por uma readaptação em Portugal. Em Espanha, os produtores estão unidos em associações e têm uma relação com os operadores de distribuição, o que faz com que os preços praticados sejam mais homogéneos. Acresce a força que isso acarreta para negociar com as grandes superfícies comerciais. Somem-se melhores técnicas de marketing e agrícolas e pomares a produzir ao mais alto nível. Dada a importância de que se reveste o tema - o Algarve conta com cerca de 18 mil hectares de citrinos com potencial para produzir entre 250 a 300 mil toneladas por ano - vai a debate a 24 e 25 deste mês, na Universidade do Algarve, durante o II Congresso Nacional de Citricultura. Serão discutidas políticas, técnicas e questões de segurança alimentar.
Fonte: Jornal do Algarve
Fonte: Jornal do Algarve
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IGP; Celso Guedes de Carvalho
quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008
A promoção do alvarinho precisa de marcas fortes
A fama do vinho alvarinho é conhecida além-fronteiras como o melhor vinho verde português e um dos melhores a nível mundial, mas uma das debilidades deste produto é ainda a ausência de marcas pujantes no mercado. Esta é, pelo menos, a tese do presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), Manuel Pinheiro, que recomenda o crescimento de algumas das muitas marcas já existentes, como estratégia de implantação comercial. "O alvarinho é o melhor vinho verde de Portugal claramente, mas precisa de crescer no sentido de ter marcas mais fortes. Não precisa de ter mais marcas que as que tem, mas precisa de ter marcas fortes, porque infelizmente há muitas mas poucas tem força", entende aquele responsável, defendendo que sendo este o melhor produto vinícola português, em termos de brancos, "poderia estar mais valorizado se algumas marcas crescerem e se passarem a ter mais locomotivas". "É preciso que haja marcas grandes na região do alvarinho e quer Monção, quer Melgaço podem tê- -las", sublinha.
Fonte: JN, 24 de Janeiro de 2008
Fonte: JN, 24 de Janeiro de 2008
domingo, 20 de Janeiro de 2008
Portalegre promove produtos nacionais em Espanha
A câmara municipal de Portalegre vai participar na feira de Badajoz (IFEBA) com um stand sob a temática “Qualitas - Cores e Sabores, Mercado de Produtos Tradicionais”. O certame decorre em Badajoz, Espanha, entre os dias 24 e 27 de Janeiro.”O Qualitas surge da vontade de unir Portugal e Espanha na defesa dos produtos tradicionais”, explica José Fernando da Mata Cáceres, presidente da câmara municipal de Portalegre.
“Além disso pensamos que é uma excelente oportunidade para apresentar aos profissionais espanhóis os nossos produtos e promover a economia entre os dois países”, acrescenta o autarca.
No stand vão estar expostos produtos tradicionais portugueses, como o queijo de Nisa, a farinheira e o chouriço de Portalegre, os Azeites do Norte Alentejano, os ovos moles de Aveiro, entre outros.
Fonte: Publituris, 17 de Janeiro de 2008
“Além disso pensamos que é uma excelente oportunidade para apresentar aos profissionais espanhóis os nossos produtos e promover a economia entre os dois países”, acrescenta o autarca.
No stand vão estar expostos produtos tradicionais portugueses, como o queijo de Nisa, a farinheira e o chouriço de Portalegre, os Azeites do Norte Alentejano, os ovos moles de Aveiro, entre outros.
Fonte: Publituris, 17 de Janeiro de 2008
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eventos gourmet; Celso Guedes de Carvalho
sábado, 19 de Janeiro de 2008
O bom gourmet IV
O universo de produtos nacionais e estrangeiros que o apreciador pode encontrar numa loja gourmet permite opções para todos os gostos e bolsas e organiza-se em torno de várias constelações, que vão dos queijos, patés, terrinas, foie gras, caviar, trufas, azeites, vinagres, molhos, ervas aromáticas e especiarias, até aos whiskies e vinhos (muitos deles oriundos de produções independentes, de altíssima qualidade), pães diversos, produtos do mar, carnes congeladas, enchidos, fumados de peixe, conservas e semiconservas, passando pelos pratos confeccionados, produtos dietéticos, frutas exóticas, vegetais, chás, cafés, chocolates, compotas e doçaria.
A repasto gourmet está a chegar ao fim. Uma sobremesa? Um whisky? Um charuto? Quatro obras dizem-nos como fazer algumas boas escolhas: Docinho e Gostosinho (Círculo de Leitores) fornece receitas de tartes, «strudel», bolos guarnecidos, biscoitos, crepes e até chá e café para acompanhar; Os Doces do Manel, de Manuel Luís Goucha (Oficina do Livro) leva-nos numa pequena viagem pelas delícias das coisas doces; 100 Whiskies de Sempre (Estampa) diz quais são as melhores marcas, origens e história; O Guia dos Charutos (Livros e Livros), de Dieter H. Wirtz, sem querer ser enciclopédico, é uma excelente referência para conhecedores e curiosos, em termos de história, marcas e qualidade; o Guia Internacional de Charutos (Könemann), de Jane Resnick, é um pequeno grande livro que demonstra, esclarecendo e aconselhando, que fumar um charuto é uma arte que nunca passa de moda.
Se o leitor quer saber (quase) tudo sobre a arte de cozinhar, então leia Escola de Cozinha (Presença), um quase curso de cozinha, com técnicas de preparação, equipamento, receitas, confecção e conservação; O Livro das Técnicas Culinárias (Livros e Livros), de Eric Treuille e Jeni Wright, fala das receitas e técnicas da mais famosa escola de culinária do Mundo, Le Cordon Bleu; Cozinha para Homens- A Honesta Volúpia (Assírio & Alvim), de Alfredo Saramago, é para homens que gostam de cozinhar e experimentar receitas, enfim, seduzidos pelo deleite gastronómico.
Fonte: Expresso, 22 de Dezembro de 07
Celso Guedes de Carvalho
portugalgourmet@gmail.com
www.portugalgourmet.com
A repasto gourmet está a chegar ao fim. Uma sobremesa? Um whisky? Um charuto? Quatro obras dizem-nos como fazer algumas boas escolhas: Docinho e Gostosinho (Círculo de Leitores) fornece receitas de tartes, «strudel», bolos guarnecidos, biscoitos, crepes e até chá e café para acompanhar; Os Doces do Manel, de Manuel Luís Goucha (Oficina do Livro) leva-nos numa pequena viagem pelas delícias das coisas doces; 100 Whiskies de Sempre (Estampa) diz quais são as melhores marcas, origens e história; O Guia dos Charutos (Livros e Livros), de Dieter H. Wirtz, sem querer ser enciclopédico, é uma excelente referência para conhecedores e curiosos, em termos de história, marcas e qualidade; o Guia Internacional de Charutos (Könemann), de Jane Resnick, é um pequeno grande livro que demonstra, esclarecendo e aconselhando, que fumar um charuto é uma arte que nunca passa de moda.
Se o leitor quer saber (quase) tudo sobre a arte de cozinhar, então leia Escola de Cozinha (Presença), um quase curso de cozinha, com técnicas de preparação, equipamento, receitas, confecção e conservação; O Livro das Técnicas Culinárias (Livros e Livros), de Eric Treuille e Jeni Wright, fala das receitas e técnicas da mais famosa escola de culinária do Mundo, Le Cordon Bleu; Cozinha para Homens- A Honesta Volúpia (Assírio & Alvim), de Alfredo Saramago, é para homens que gostam de cozinhar e experimentar receitas, enfim, seduzidos pelo deleite gastronómico.
Fonte: Expresso, 22 de Dezembro de 07
Celso Guedes de Carvalho
portugalgourmet@gmail.com
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livros gourmet; Celso Guedes de Carvalho
quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008
Sogrape escolhe Grey para Gazela e procura agência para Grão Vasco
A Grey foi a agência escolhida em concurso para trabalhar a conta da marca Gazela, da Sogrape. No concurso participaram seis agências cujos nomes a Sogrape se escusou a revelar. A conta era trabalhada até agora pela Leo Burnett. Victor Vasques, presidente da Grey, disse ao M&P que ainda não há data para o arranque da primeira campanha, mas a sua expectativa é que "será certamente uma campanha muito marcante".
Também a Grão Vasco, outra marca da Sogrape, está em processo de escolha de agência de criatividade com que vai trabalhar. No concurso participaram, igualmente seis agências, estando em shortlist apenas duas. A decisão, segundo fonte da Sogrape, deverá estar tomada até ao final do mês de Janeiro.
Fonte: M&P, 17 de Janeiro de 2008
Também a Grão Vasco, outra marca da Sogrape, está em processo de escolha de agência de criatividade com que vai trabalhar. No concurso participaram, igualmente seis agências, estando em shortlist apenas duas. A decisão, segundo fonte da Sogrape, deverá estar tomada até ao final do mês de Janeiro.
Fonte: M&P, 17 de Janeiro de 2008
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vinho; Celso Guedes de Carvalho
quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008
Borges distinguidos
A Sociedade de Vinhos Borges viu cinco dos seus vinhos destacados na revista norte-americana ‘Wine Spectator’. O tinto Quinta da Soalheira 2005 recebeu uma classificação de 91 pontos.
Fonte: Expresso, 12 de Janeiro de 08
Fonte: Expresso, 12 de Janeiro de 08
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vinho; Celso Guedes de Carvalho
Serra da Estrela abre-se ao mundo
Produtos com tradição
O Queijo da Serra destaca-se pela sua textura macia e amanteigada e atinge o expoente das suas características na época mais fria do ano, que vai de Dezembro a Março. O preço do certificado varia entre os 30 e os 40 euros por quilo. O Cão Serra da Estrela - uma das principais imagens de marca da região - pode ser comprado, por exemplo, no Sabugueiro ou em Manteigas. Cada cachorro custa entre 300 a 400 euros. A Aguardente de zimbro é feita a partir da planta com o mesmo nome. Cada garrafa custa 7,5 euros. Existe ainda a variante de Licor Serrano, também com zimbro. A única diferença é que é cremoso - uma espécie de Baileys, mas mais refinado.
Fonte: Expresso, 12 de Janeiro de 08
O Queijo da Serra destaca-se pela sua textura macia e amanteigada e atinge o expoente das suas características na época mais fria do ano, que vai de Dezembro a Março. O preço do certificado varia entre os 30 e os 40 euros por quilo. O Cão Serra da Estrela - uma das principais imagens de marca da região - pode ser comprado, por exemplo, no Sabugueiro ou em Manteigas. Cada cachorro custa entre 300 a 400 euros. A Aguardente de zimbro é feita a partir da planta com o mesmo nome. Cada garrafa custa 7,5 euros. Existe ainda a variante de Licor Serrano, também com zimbro. A única diferença é que é cremoso - uma espécie de Baileys, mas mais refinado.
Fonte: Expresso, 12 de Janeiro de 08
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queijo; Celso Guedes de Carvalho
Um dia dedicado à fruta
Uma petição com cerca de 21 mil assinaturas para se instituir legalmente um Dia Nacional da Fruta foi entregue na Assembleia da República na quinta-feira. A iniciativa partiu da Compal, mas “tem na sua essência um objectivo maior”, ao alertar para o facto de a Organização Mundial de Saúde recomendar o consumo de três a cinco peças de fruta por dia.
Fonte: Expresso, 12 de Janeiro de 08
Fonte: Expresso, 12 de Janeiro de 08
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fruta; Celso Guedes de Carvalho
terça-feira, 15 de Janeiro de 2008
Faça como eu: transgrida!
(…) O meu convite ao leitor(a) é este: não se intimide com a cruzada higiénica. Faça como eu: transgrida, porque não há prazer maior que o proibido!
É isso mesmo que tenciono fazer em 2008: ir pelas tascas do Minho bebendo vinho verde em malgas de porcelana gastas, devorar cabidelas, sarrabulhos e arrozes de forno de Ponte de Lima ao Douro, sorver sopas de pedra (com a dita no fundo da panela) por Almeirim e arredores, trincar inúmeras bolas de Berlim na praia, - sem celofane, por favor… E quando, em plena digestão de tanto prazer ilegal, abrir a TV e olhar o nosso PM, em pose atlética, a correr e dar voltas e voltas a uma qualquer marginal ou praça vermelha por esse mundo fora, desfazer-me-ei em gargalhadas alarves, qual animal feroz! Sempre de charuto na mão. Em honra a Winston Churchill e em nome da liberdade!
Fonte: António Pires de Lima, Expresso, 12 de Janeiro de 08
É isso mesmo que tenciono fazer em 2008: ir pelas tascas do Minho bebendo vinho verde em malgas de porcelana gastas, devorar cabidelas, sarrabulhos e arrozes de forno de Ponte de Lima ao Douro, sorver sopas de pedra (com a dita no fundo da panela) por Almeirim e arredores, trincar inúmeras bolas de Berlim na praia, - sem celofane, por favor… E quando, em plena digestão de tanto prazer ilegal, abrir a TV e olhar o nosso PM, em pose atlética, a correr e dar voltas e voltas a uma qualquer marginal ou praça vermelha por esse mundo fora, desfazer-me-ei em gargalhadas alarves, qual animal feroz! Sempre de charuto na mão. Em honra a Winston Churchill e em nome da liberdade!
Fonte: António Pires de Lima, Expresso, 12 de Janeiro de 08
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Minho; Celso Guedes de Carvalho
segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008
Salada de IV Gama eleita Produto do Ano 2008
Salada de uma marca líder em produtos hortícolas de IV Gama Baby Leaf (folhas tenras e jovens, lavadas, embaladas e prontas a consumir) acaba de ser eleita como "Produto do Ano 2008"- Grande Prémio de Marketing e Inovação, dentro do segmento Saladas e Vegetais Preparados, é o reconhecimento do consumidor da excelência e inovação dos seus produtos.
Esta distinção deve-se à inovação do conceito e das folhas utilizadas, pois é a única salada que muda a sua composição conforme a sazonalidade das folhas e a única que utiliza a folha de ervilha.
…
Durante o próximo ano todas as embalagens da referida salada irão ostentar o selo de Produto do Ano 2008.
Este é mais um reconhecimento da qualidade e inovação dos produtos desta marca líder de mercado, depois de em 2007 uma outra salada ter sido também distinguida como Produto do Ano na sua categoria.
…
Fonte: Qualfood, COTHN - Centro Operativo e Tecnológico Hortofruticola Nacional, 2008.01.09
Esta distinção deve-se à inovação do conceito e das folhas utilizadas, pois é a única salada que muda a sua composição conforme a sazonalidade das folhas e a única que utiliza a folha de ervilha.
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Durante o próximo ano todas as embalagens da referida salada irão ostentar o selo de Produto do Ano 2008.
Este é mais um reconhecimento da qualidade e inovação dos produtos desta marca líder de mercado, depois de em 2007 uma outra salada ter sido também distinguida como Produto do Ano na sua categoria.
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Fonte: Qualfood, COTHN - Centro Operativo e Tecnológico Hortofruticola Nacional, 2008.01.09
sábado, 12 de Janeiro de 2008
O bom gourmet II
Nas livrarias, este ano, as obras sobre vinhos ocupam um lugar de destaque: com O Anuário de Vinhos 2007 (Cotovia), João Afonso partilha a sua cultura vinícola e a excelente sensibilidade de provador; em 125 Vinhos (Assírio & Alvim), Alfredo Saramago partilha com o leitor os seus vinhos preferidos ao ritmo da prova e do comentário informais; já o Guia dos Vinhos de Portugal - Escolha de Enólogos (Presença) pretende ser uma nova visão sobre o mundo dos vinhos portugueses; e, ainda, TOP10 Vinhos, do enólogo Aníbal Coutinho, que fala de segredos bem guardados, dos novos vinhos biológicos, e dos grandes produtores de Moscatéis, Madeira e Porto; Dicionário Sentimental de Vinho, de Bernard Pivot (Casa das Letras) fala-nos da cultura do vinho como cultura do espírito; e Memórias do Vinho, de Maria João de Almeida (Civilização), conta a história de 20 propriedades produtoras de vinhos, com notas técnicas do enólogo Paulo Laureano. Para provar que a cerveja não ocupa um lugar menor no universo gourmet, o escritor Francisco José Viegas fez um guia, exemplar e divertido, das suas 100 Cervejas Preferidas - 99 Cervejas + 1 (Esfera dos Livros).
No capítulo do bom gosto e moderação, temos alguns exemplos de gastronomia oriental: Cozinha Clássica Chinesa (Civilização), de Yan-Kit So, é um curso completo de cozinha clássica chinesa no seu melhor; Sushi (Dinalivro), de vários autores, sobre a riqueza e experiência gastronómica do Japão; e ainda, Wok (Dinalivro), de Ricardo Esteves Correia, que tece merecidos elogios ao principal utensílio de cozinha da Ásia; O Livro Essencial da Cozinha Asiática (Könemann ) conduz-nos pelas delícias de uma cozinha fresca e colorida, saudável e barata; e sobre as subtilezas da cozinha francesa, temos o excelente Do Mercado para a Sua Mesa (ASA), de Joanne Harris e Fran Warde, ao ritmo de um verdadeiro roteiro gastronómico. E, por fim, Ingredientes (Könemann), de Loukie Werle, é uma verdadeira bíblia ilustrada dos ingredientes - segredos? - utilizados na cozinha e numa boa culinária gourmet. Esta é, actualmente, sinónimo de estilo de vida, deleite gastronómico, ritual de experimentação dos paladares, enfim, práticas e percursos em torno da trilogia aromas-sabores-cores.
Fonte: Expresso, 22 de Dezembro de 07
Celso Guedes de Carvalho
portugalgourmet@gmail.com
www.portugalgourmet.com
No capítulo do bom gosto e moderação, temos alguns exemplos de gastronomia oriental: Cozinha Clássica Chinesa (Civilização), de Yan-Kit So, é um curso completo de cozinha clássica chinesa no seu melhor; Sushi (Dinalivro), de vários autores, sobre a riqueza e experiência gastronómica do Japão; e ainda, Wok (Dinalivro), de Ricardo Esteves Correia, que tece merecidos elogios ao principal utensílio de cozinha da Ásia; O Livro Essencial da Cozinha Asiática (Könemann ) conduz-nos pelas delícias de uma cozinha fresca e colorida, saudável e barata; e sobre as subtilezas da cozinha francesa, temos o excelente Do Mercado para a Sua Mesa (ASA), de Joanne Harris e Fran Warde, ao ritmo de um verdadeiro roteiro gastronómico. E, por fim, Ingredientes (Könemann), de Loukie Werle, é uma verdadeira bíblia ilustrada dos ingredientes - segredos? - utilizados na cozinha e numa boa culinária gourmet. Esta é, actualmente, sinónimo de estilo de vida, deleite gastronómico, ritual de experimentação dos paladares, enfim, práticas e percursos em torno da trilogia aromas-sabores-cores.
Fonte: Expresso, 22 de Dezembro de 07
Celso Guedes de Carvalho
portugalgourmet@gmail.com
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sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008
Vinho Verde
O Vinho Verde não tem apenas a forma tradicional, nas suas variantes branca ou tinta. Os espumantes, as aguardentes e os rosés de Vinho Verde são fruto de um profundo conhecimento e da capacidade de inovação dos viticultores e enólogos da Região. Aromas e sabores que desafiam o paladar.
Espumantes: Em 1999 foi criada a denominação de origem controlada Vinho Verde Espumante, para dar resposta ao grande potencial dos vinhos da Região dos Vinhos Verdes para a produção de espumantes de qualidade, devido à sua acidez natural e ao teor alcoólico relativamente baixo.Elaborados pelo método clássico, que implica a fermentação em garrafa com estágio mínimo de 9 meses, os espumantes de Vinho Verde nascem plenos de frescura aromática e com grande complexidade gustativa. Do Bruto Natural ao Meio Seco, passando pelos Reserva e Super Reserva, uma opção de charme com a singularidade do Verde.
Aguardentes: O teor em acidez natural dos bagaços e vinhos da Região dos Verdes, associado às suas características organolépticas, é ideal para a produção de excelentes aguardentes.As aguardentes bagaceiras são provenientes da destilação dos bagaços e apresentam aromas intensos e expressivos, fazendo lembrar, no caso das que não são sujeitas a envelhecimento, fruta cristalizada, ou, nas que são envelhecidas, madeira.As aguardentes de vinho, obtidas por destilação do vinho, apresentam uma cor atractiva entre o amarelado e o topázio e aromas e sabores complexos e suaves a madeira, resultado do seu envelhecimento em casco.
Rosados: Na região dos Vinhos Vedes, a produção de vinhos rosados está associada a duas ou três castas, sendo a Espadeiro a dominante. Para produzir vinho rosado, a casta é vinificada segundo o método de “bica aberta”, no qual o mosto fermenta sem películas nem engaços.Os Vinhos Verdes Rosados apresentam aromas frutados e jovens, por vezes com notas de frutos silvestres. Na boca denotam uma grande frescura, associada a notas frutadas, com boa persistência e um fim de boca muito agradável.
Espumantes: Em 1999 foi criada a denominação de origem controlada Vinho Verde Espumante, para dar resposta ao grande potencial dos vinhos da Região dos Vinhos Verdes para a produção de espumantes de qualidade, devido à sua acidez natural e ao teor alcoólico relativamente baixo.Elaborados pelo método clássico, que implica a fermentação em garrafa com estágio mínimo de 9 meses, os espumantes de Vinho Verde nascem plenos de frescura aromática e com grande complexidade gustativa. Do Bruto Natural ao Meio Seco, passando pelos Reserva e Super Reserva, uma opção de charme com a singularidade do Verde.
Aguardentes: O teor em acidez natural dos bagaços e vinhos da Região dos Verdes, associado às suas características organolépticas, é ideal para a produção de excelentes aguardentes.As aguardentes bagaceiras são provenientes da destilação dos bagaços e apresentam aromas intensos e expressivos, fazendo lembrar, no caso das que não são sujeitas a envelhecimento, fruta cristalizada, ou, nas que são envelhecidas, madeira.As aguardentes de vinho, obtidas por destilação do vinho, apresentam uma cor atractiva entre o amarelado e o topázio e aromas e sabores complexos e suaves a madeira, resultado do seu envelhecimento em casco.
Rosados: Na região dos Vinhos Vedes, a produção de vinhos rosados está associada a duas ou três castas, sendo a Espadeiro a dominante. Para produzir vinho rosado, a casta é vinificada segundo o método de “bica aberta”, no qual o mosto fermenta sem películas nem engaços.Os Vinhos Verdes Rosados apresentam aromas frutados e jovens, por vezes com notas de frutos silvestres. Na boca denotam uma grande frescura, associada a notas frutadas, com boa persistência e um fim de boca muito agradável.
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vinho; Celso Guedes de Carvalho
quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008
BTL inaugura nova área de serviços e equipamentos
A Bolsa de Turismo de Lisboa marca a vigésima edição com duas estreias: provas gastronómicas de diversas regiões, sobretudo dos destinos convidados (Açores e Madeira) e mostra de serviços e equipamentos para o sector turístico.
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De 16 a 20 de Janeiro, o espaço gastronómico, no pavilhão 4 da FIL, vai ter refeições preparadas por diferentes chefes de cozinha, como Vítor Sobral, Albano Lourenço, Joachim Koerper e Sacha Tri Hieu. Em parceria com a Lágrimas Catering, a BTL terá também um espaço de preparação de refeições gourmet com os diferentes conceitos de gastronomia dos restaurantes e serviços catering do grupo Lágrimas.
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Fonte: Publituris, 10 de Janeiro de 2008
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De 16 a 20 de Janeiro, o espaço gastronómico, no pavilhão 4 da FIL, vai ter refeições preparadas por diferentes chefes de cozinha, como Vítor Sobral, Albano Lourenço, Joachim Koerper e Sacha Tri Hieu. Em parceria com a Lágrimas Catering, a BTL terá também um espaço de preparação de refeições gourmet com os diferentes conceitos de gastronomia dos restaurantes e serviços catering do grupo Lágrimas.
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Fonte: Publituris, 10 de Janeiro de 2008
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eventos gourmet; Celso Guedes de Carvalho
quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008
Governantes dão ajuda na luta do sal marinho
Os ministros da Agricultura de Portugal, Espanha, França, Itália, Grécia e Eslovénia acabam de solicitar à comissária europeia Mariann Fischer Boel, para que ‘‘insira sem demora’’ o sal marinho recolhido manualmente entre os produtos protegidos pelos regulamentos. Em Novembro, os produtores já tinham apresentado em Bruxelas um dossiê para que o sal recolhido manualmente passe a ser reconhecido como um produto agro-alimentar, como acontece no nosso país.
Fonte: Expresso, 5 de Janeiro de 08
Fonte: Expresso, 5 de Janeiro de 08
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sal; Celso Guedes de Carvalho
terça-feira, 8 de Janeiro de 2008
Água de ‘alta costura’
Nos EUA há uma marca de água vedada com rolha de cortiça. Criada por um produtor de Hollywood decidido a posicionar a água no mercado como produto de alta qualidade, a Blingh20 é apresentada como “uma água de alta costura”. Além da rolha, esta água aproxima-se do vinho também pelo preço, já que uma garrafa de vidro branco de 750 ml com incrustações de pequenos cristais Swarovski custa 40 dólares.
Fonte: Expresso, 5 de Janeiro de 08
Fonte: Expresso, 5 de Janeiro de 08
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água; Celso Guedes de Carvalho
segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008
O bom gourmet
As edições em torno dos produtos e práticas gourmet, irrepreensivelmente escritas e ilustradas, multiplicaram-se nas livrarias. Aqui ficam algumas dicas de inspiração
A onda gourmet percorre o país. Basta entrar numa loja da especialidade e deleitar os olhos na origem, variedade e no colorido dos seus produtos, que são expostos numa quantidade surpreendente de opções, aromas e sabores, que pouco têm que ver com os hábitos alimentares mais correntes e massificados. A palavra gourmet é de origem francesa (etimologicamente próxima da palavra «gourmand», guloso, glutão), mas na Antiguidade significava apenas um bom encarregado e conhecedor de vinhos. O gourmet aprecia e desfruta a qualidade, o gourmand adora a substancial sensação de quantidade.
Em Portugal, já são muitos os chefes de cozinha que se tornaram exemplos do melhor espírito gourmet e da sua actuação pedagógica, e que por isso se converteram em figuras mediáticas: Entre Pratos (Presença), de Henrique Sá Pessoa, é uma obra que demonstra que a cozinha e os programas de televisão de culinária estão na moda, organizando as sugestões de receitas em torno das mais diversas situações do dia-a-dia; Na Cozinha com Jamie Olivier (Civilização Editora), do famoso cozinheiro britânico, que tem o seu próprio programa televisivo, ilustra uma nova forma de estar na cozinha e de (re)criar receitas simples; e temos ainda, Um Chef em Sua Casa (Esfera dos Livros), de José Avillez, livro onde os grandes mestres da cozinha revelam as técnicas, gestos, confecção e conselhos que conduzem ao requinte do prato final; Cozinha Divina (Oficina do Livro), de Chakal, é um livro de segredos, escrito e cozinhado com palavras, viagens e receitas; Na Roça com os Tachos (Oficina do Livro), de João Carlos Silva, encontramos os ecos de uma cozinha ancestral, que nos chegam sob a forma das melhores receitas apresentadas no programa de televisão homónimo (RTP África).
Fonte: Expresso, 22 de Dezembro de 07
(continua)
A onda gourmet percorre o país. Basta entrar numa loja da especialidade e deleitar os olhos na origem, variedade e no colorido dos seus produtos, que são expostos numa quantidade surpreendente de opções, aromas e sabores, que pouco têm que ver com os hábitos alimentares mais correntes e massificados. A palavra gourmet é de origem francesa (etimologicamente próxima da palavra «gourmand», guloso, glutão), mas na Antiguidade significava apenas um bom encarregado e conhecedor de vinhos. O gourmet aprecia e desfruta a qualidade, o gourmand adora a substancial sensação de quantidade.
Em Portugal, já são muitos os chefes de cozinha que se tornaram exemplos do melhor espírito gourmet e da sua actuação pedagógica, e que por isso se converteram em figuras mediáticas: Entre Pratos (Presença), de Henrique Sá Pessoa, é uma obra que demonstra que a cozinha e os programas de televisão de culinária estão na moda, organizando as sugestões de receitas em torno das mais diversas situações do dia-a-dia; Na Cozinha com Jamie Olivier (Civilização Editora), do famoso cozinheiro britânico, que tem o seu próprio programa televisivo, ilustra uma nova forma de estar na cozinha e de (re)criar receitas simples; e temos ainda, Um Chef em Sua Casa (Esfera dos Livros), de José Avillez, livro onde os grandes mestres da cozinha revelam as técnicas, gestos, confecção e conselhos que conduzem ao requinte do prato final; Cozinha Divina (Oficina do Livro), de Chakal, é um livro de segredos, escrito e cozinhado com palavras, viagens e receitas; Na Roça com os Tachos (Oficina do Livro), de João Carlos Silva, encontramos os ecos de uma cozinha ancestral, que nos chegam sob a forma das melhores receitas apresentadas no programa de televisão homónimo (RTP África).
Fonte: Expresso, 22 de Dezembro de 07
(continua)
domingo, 6 de Janeiro de 2008
Tecnologia ao serviço da Cartuxa
A nova adega da Cartuxa, da Fundação Eugénio de Almeida, situada na Herdade de Pinheiros, já está a funcionar
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Vinificação, engarrafamento e armazenamento são agora actividades realizadas na nova adega. Enquanto isso, a velha adega será transformada num pequeno museu e centro de actividades de enoturismo. “Algum deste espaço servirá também de cave para vinhos topo de gama, que ali irão estagiar em barricas”, explica o director da Fundação Eugénio de Almeida, Luís Rosado.
A nova adega, que se encontra enquadrada num antigo monte recuperado, foi concebida de forma a receber a totalidade da uva produzida nas vinhas exploradas pela Fundação Eugénio de Almeida e tem na sua génese três principais características tecnológicas que a distinguem: “grande capacidade de refrigeração, triagem na totalidade de uva na entrada na adega, assim como movimentação e transferência de massas por gravidade”, explica o enólogo Pedro Baptista, responsável pelos vinhos da casa e um dos grandes entusiastas do novo projecto. Da nova linha de engarrafamento automatizada, instalada na nova adega sairão anualmente cerca de 2.650.000 garrafas de 0,75 litros, distribuídas pelos vinhos branco, rosé e tinto das marcas Pêra Manca, Cartuxa, Foral de Évora e EA.
Totalizando um investimento de 10 milhões de euros, este foi um dos grandes projectos da Fundação Eugénio de Almeida, mas está longe de ser o último. “Para o ano estão ainda a ser estudados novos investimentos, que poderão passar pela área da hotelaria e restauração”, revela o director comercial da Fundação, José Mateus Ginó.
Fonte: Expresso, 29 de Dezembro de 2007
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Vinificação, engarrafamento e armazenamento são agora actividades realizadas na nova adega. Enquanto isso, a velha adega será transformada num pequeno museu e centro de actividades de enoturismo. “Algum deste espaço servirá também de cave para vinhos topo de gama, que ali irão estagiar em barricas”, explica o director da Fundação Eugénio de Almeida, Luís Rosado.
A nova adega, que se encontra enquadrada num antigo monte recuperado, foi concebida de forma a receber a totalidade da uva produzida nas vinhas exploradas pela Fundação Eugénio de Almeida e tem na sua génese três principais características tecnológicas que a distinguem: “grande capacidade de refrigeração, triagem na totalidade de uva na entrada na adega, assim como movimentação e transferência de massas por gravidade”, explica o enólogo Pedro Baptista, responsável pelos vinhos da casa e um dos grandes entusiastas do novo projecto. Da nova linha de engarrafamento automatizada, instalada na nova adega sairão anualmente cerca de 2.650.000 garrafas de 0,75 litros, distribuídas pelos vinhos branco, rosé e tinto das marcas Pêra Manca, Cartuxa, Foral de Évora e EA.
Totalizando um investimento de 10 milhões de euros, este foi um dos grandes projectos da Fundação Eugénio de Almeida, mas está longe de ser o último. “Para o ano estão ainda a ser estudados novos investimentos, que poderão passar pela área da hotelaria e restauração”, revela o director comercial da Fundação, José Mateus Ginó.
Fonte: Expresso, 29 de Dezembro de 2007
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vinho; Celso Guedes de Carvalho
sábado, 5 de Janeiro de 2008
Decreto-Lei n.º 2/2008
O Decreto-Lei n.º 2/2008 define o modelo da governação dos instrumentos de programação do desenvolvimento rural para o período 2007-2013, financiados pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural, e estabelece a estrutura orgânica relativa ao exercício das funções de gestão, controlo, informação, acompanhamento e avaliação dos referidos instrumentos.
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Lei; Celso Guedes de Carvalho
sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008
Conservas só para exportação
A Fábrica de Conservas Pinhais, em Matosinhos, a única em Portugal que se mantém fiel ao velho método artesanal numa época de corrida às novas tecnologias, assegura uma elevada qualidade que lhe permite exportar toda a produção.
Praticamente desconhecidas em Portugal, onde apenas podem ser adquiridas em lojas gourmet, as conservas Pinhais são uma referência em hotéis e restaurantes de vários países europeus, mas também no mercado norte-americano.
Estes produtos topo de gama são produzidos diariamente numa pequena fábrica em Matosinhos, onde cerca de uma centena e meia de mulheres cumpre um ritual de produção que se repete desde a fundação, em 1926.
“O peixe é tão fresquinho que até dá gosto trabalhar com ele”, salienta Carolina Soares, encarregada da fábrica, onde trabalha há 39 anos.
“Só utilizamos peixe fresco, nunca congelado”, assegura Carlos Amorim, responsável pela compra de peixe para a Pinhais há 27 anos, frisando que “o único critério que conta é o da qualidade”.
António Pinhal, presidente da conserveira e filho do respectivo fundador, declarou que “o mercado exige uma qualidade que só se consegue com o processo manual. Há mais de 50 anos que produzimos da mesma maneira, com peixe fresco e azeite de oliveira”. Esta opção tem garantido a qualidade das conservas, mas apresenta como contrapartida um custo elevado.
A Fábrica de Conservas Pinhais produz cerca de 60 mil caixas de conservas por ano, com cem latas cada.
O equipamento da Fábrica estará acessível aos visitantes, caso se concretize a intenção da Câmara de Matosinhos de ali instalar o Museu Vivo da Indústria Conserveira.
Fonte: Correio da Manhã, 2007-12-30 - 00:00:00
Praticamente desconhecidas em Portugal, onde apenas podem ser adquiridas em lojas gourmet, as conservas Pinhais são uma referência em hotéis e restaurantes de vários países europeus, mas também no mercado norte-americano.
Estes produtos topo de gama são produzidos diariamente numa pequena fábrica em Matosinhos, onde cerca de uma centena e meia de mulheres cumpre um ritual de produção que se repete desde a fundação, em 1926.
“O peixe é tão fresquinho que até dá gosto trabalhar com ele”, salienta Carolina Soares, encarregada da fábrica, onde trabalha há 39 anos.
“Só utilizamos peixe fresco, nunca congelado”, assegura Carlos Amorim, responsável pela compra de peixe para a Pinhais há 27 anos, frisando que “o único critério que conta é o da qualidade”.
António Pinhal, presidente da conserveira e filho do respectivo fundador, declarou que “o mercado exige uma qualidade que só se consegue com o processo manual. Há mais de 50 anos que produzimos da mesma maneira, com peixe fresco e azeite de oliveira”. Esta opção tem garantido a qualidade das conservas, mas apresenta como contrapartida um custo elevado.
A Fábrica de Conservas Pinhais produz cerca de 60 mil caixas de conservas por ano, com cem latas cada.
O equipamento da Fábrica estará acessível aos visitantes, caso se concretize a intenção da Câmara de Matosinhos de ali instalar o Museu Vivo da Indústria Conserveira.
Fonte: Correio da Manhã, 2007-12-30 - 00:00:00
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Conservas; Celso Guedes de Carvalho
quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008
Douro Enthusiast
Quatro vinhos do Douro (Warre LBV 1995, Fonseca LBV 2001, Quinta do Portal Reserva 2003 e Vale Meão 2004) encontram-se na lista dos cem melhores do ano, segundo a americana ‘Wine Enthusiast’. Na lista dos 50 vinhos para guardar surge o Xisto 2003, da Roquette e Cazes e o Taylor Quinta de Vargellas Vintage 2004.
Fonte: Expresso, 29 de Dezembro de 2007
Fonte: Expresso, 29 de Dezembro de 2007
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vinho; Celso Guedes de Carvalho
terça-feira, 1 de Janeiro de 2008
‘S de Soberana’
O ‘S de Soberana’ é um vinho tinto produzido apenas nos melhores anos. Visualmente, apresenta uma cor granada profunda e um aroma onde predominam os frutos negros em compota, especiarias, menta e uma elegante tosta das barricas novas de carvalho francês onde estagiou. Na boca é cheio, profundo e complexo. Um tinto de respeito para saborear com pratos fortes e aromáticos. PVP: €30
A equipa técnica é composta por dois reputados homens do mundo do vinho - o enólogo Paulo Laureano e o técnico da vinha João Torres.
Fonte: Expresso, 29 de Dezembro de 2007
A equipa técnica é composta por dois reputados homens do mundo do vinho - o enólogo Paulo Laureano e o técnico da vinha João Torres.
Fonte: Expresso, 29 de Dezembro de 2007
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