O sub-chefe do restaurante Pragma, do Casino Lisboa, João Magalhães Rodrigues foi considerado o “Chefe Cozinheiro do Ano”, depois de vencer a 17º edição do concurso nacional para profissionais de cozinha.João Magalhães Rodrigues venceu o concurso com a apresentação da ementa: bacalhau a baixa temperatura com espuma de batata e azeite virgem, salada tépida de legumes da época e timbale de couve lombarda e chouriço, chips de alho (entrada), duo de cordeiro, pá recheada com camarão sobre esparregado de salsa. Perna confitada em azeite, ragôut de castanhas e cogumelos selvagens aromatizados com tomilho (prato principal) e sabayon de laranja, com bolo de azeite cenoura e gengibre, gelado de chocolate negro, creme de limão e praliné de noz, crocante de laranja (sobremesa).
Fonte: Publituris, 30 de Novembro de 2007
sexta-feira, 30 de Novembro de 2007
João Magalhães Rodrigues considerado “Chefe Cozinheiro do Ano”
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chef; Celso Guedes de Carvalho
Porto & Douro Wine recebeu mais de 6.000 visitantes
O Porto & Douro Wine Show, que decorreu no passado fim-de-semana no Convento do Beato, acolheu mais de 6.000 apreciadores de vinho. O evento contou ainda com a participação dos principais produtores e enólogos da região demarcada do Douro. O Porto & Douro Wine Show foi organizado pela Essência do Vinho e pelo Instituto dos Vinhos do Douro e Porto para difundir os vinhos da região e para associá-los aos produtos gourmet e jóias.
O evento contou com a realização de provas, harmonizações e show cooking.
O Altis Park Hotel foi a unidade oficial do evento.
Fonte: Publituris, 30 de Novembro de 2007
O evento contou com a realização de provas, harmonizações e show cooking.
O Altis Park Hotel foi a unidade oficial do evento.
Fonte: Publituris, 30 de Novembro de 2007
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eventos gourmet; Celso Guedes de Carvalho
sábado, 24 de Novembro de 2007
Maiores pecados da região apelam ao paladar
Vitela, cabrito, fumeiro, presunto, folar, castanha ou o pastel de Chaves são alguns dos "Pecados do Alto Tâmega", um projecto que visa a dinamização da agricultura, turismo e a fixação da população nos seis municípios da região. A Associação dos Municípios do Alto Tâmega (AMAT), que junta os concelhos de Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar, está a desenvolver o projecto "Pecados do Alto Tâmega", que contou com um investimento de 210 mil euros, co-financiado pelo programa O.N. Eixo 1, Medida 1.4.
O presidente da AMAT e da Câmara de Vila Pouca de Aguiar (PSD), Domingos Dias, disse que o projecto é um convite ao "pecado" e, ao mesmo tempo, um apoio ao o desenvolvimento dos sectores agrícola, pecuário e turístico desta região. "Ligámos o pecado à gastronomia, àquilo que tão bem nos sabe, e são precisamente os produtos ligados à gastronomia que maioritariamente estão na base deste projecto", explicou.
Em cada concelho foram escolhidos os produtos mais "tradicionais" e "emblemáticos" e foram realizadas feiras ou mercados com o objectivo de os promover.
Fonte: JN, 21 de Novembro de 07
O presidente da AMAT e da Câmara de Vila Pouca de Aguiar (PSD), Domingos Dias, disse que o projecto é um convite ao "pecado" e, ao mesmo tempo, um apoio ao o desenvolvimento dos sectores agrícola, pecuário e turístico desta região. "Ligámos o pecado à gastronomia, àquilo que tão bem nos sabe, e são precisamente os produtos ligados à gastronomia que maioritariamente estão na base deste projecto", explicou.
Em cada concelho foram escolhidos os produtos mais "tradicionais" e "emblemáticos" e foram realizadas feiras ou mercados com o objectivo de os promover.
Fonte: JN, 21 de Novembro de 07
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eventos gourmet; Celso Guedes de Carvalho
sexta-feira, 23 de Novembro de 2007
Agricultura biológica é aposta municipal
Beringela recheada, caldo verde, arroz malandro e novilho grelhado com batata, saladas, pão, azeitonas e até espumante. Tudo ingredientes 100% biológicos, quase todos produzidos na Quinta Piloto de Agricultura Biológica, que a Inova-Empresa Municipal está a desenvolver desde 2006 …
Alfaces, pepinos, couves, cebolas, pimentos, beterraba de mesa, alho francês, rabanetes, salsa, mangericão, cenoura e rúcola estão já a ser produzidos na quinta que pretende, sobretudo, chegar ao agricultor tradicional e mudar-lhe o hábito do recurso, fácil, a pesticidas e químicos. "O futuro vai dar-nos razão, as pessoas vão perceber que este tipo de agricultura é mais saudável", afirma Cátia Oliveira, engenheira da Inova.
A ideia de valorizar a produção biológica vai pegando. Numa banca, no mercado de sábado, ou na quinta, os principais clientes são os funcionários autárquicos e "muitas mães que procuram legumes para a sopinha dos bebés", diz Cátia Oliveira, certa de que quem prova uma alface ou uma cebola biológica já não a troca por outra.
Em terra de agricultores, a luta passa também por desfazer "ideias erradas". "Temos de combater a ideia de que os produtos biológicos não requerem acompanhamento. Não é só deitar na terra e vê-los crescer. Além disso não são produtos raquíticos e bichados conforme muita gente julga", sublinha.
O preço é, de facto, mais elevado mas, explica, "em cinco semanas tenho uma alface de 800 gramas, perfeita, porque houve, um enorme cuidado em termos de profilaxia. Aplica-se realmente o provérbio são os olhos do dono que engordam os porcos".
O almoço será acompanhado de vinho tinto e espumante, também biológicos, oriundo da Quinta do Vale Pequeno, em Torres Novas. Foi em 1994 que Luís Mendes, engenheiro agrícola de formação, decidiu "acabar com o círculo vicioso da agricultura, nomeadamente da vinha, toxicodependente" e não se arrepende. Deixou de lado adubos e químicos e promove a fertilidade dos solos apenas com extractos de plantas ou outras soluções ecológicas. E a diferença, diz, nota-a quem prova os seus vinhos e azeite.
Fonte: JN, 21 de Novembro de 07
Alfaces, pepinos, couves, cebolas, pimentos, beterraba de mesa, alho francês, rabanetes, salsa, mangericão, cenoura e rúcola estão já a ser produzidos na quinta que pretende, sobretudo, chegar ao agricultor tradicional e mudar-lhe o hábito do recurso, fácil, a pesticidas e químicos. "O futuro vai dar-nos razão, as pessoas vão perceber que este tipo de agricultura é mais saudável", afirma Cátia Oliveira, engenheira da Inova.
A ideia de valorizar a produção biológica vai pegando. Numa banca, no mercado de sábado, ou na quinta, os principais clientes são os funcionários autárquicos e "muitas mães que procuram legumes para a sopinha dos bebés", diz Cátia Oliveira, certa de que quem prova uma alface ou uma cebola biológica já não a troca por outra.
Em terra de agricultores, a luta passa também por desfazer "ideias erradas". "Temos de combater a ideia de que os produtos biológicos não requerem acompanhamento. Não é só deitar na terra e vê-los crescer. Além disso não são produtos raquíticos e bichados conforme muita gente julga", sublinha.
O preço é, de facto, mais elevado mas, explica, "em cinco semanas tenho uma alface de 800 gramas, perfeita, porque houve, um enorme cuidado em termos de profilaxia. Aplica-se realmente o provérbio são os olhos do dono que engordam os porcos".
O almoço será acompanhado de vinho tinto e espumante, também biológicos, oriundo da Quinta do Vale Pequeno, em Torres Novas. Foi em 1994 que Luís Mendes, engenheiro agrícola de formação, decidiu "acabar com o círculo vicioso da agricultura, nomeadamente da vinha, toxicodependente" e não se arrepende. Deixou de lado adubos e químicos e promove a fertilidade dos solos apenas com extractos de plantas ou outras soluções ecológicas. E a diferença, diz, nota-a quem prova os seus vinhos e azeite.
Fonte: JN, 21 de Novembro de 07
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biológico; Celso Guedes de Carvalho
quinta-feira, 22 de Novembro de 2007
Douro valoriza os seus vinhos
À mesa, os portugueses continuam a preferir beber vinhos do Alentejo, mas a maior taxa de crescimento de vendas nos vinhos de qualidade produzidos em região determinada (VQPRD) é do Douro, indica um estudo da AC Nielsen sobre a venda de vinhos tranquilos.
Na mais antiga região demarcada do mundo, este percurso positivo, marcado por uma subida de preços que permite impulsionar o valor e volume das vendas, mostra que o mercado interno está a reconhecer o investimento dos vitivinicultores locais na qualidade e valorização dos seus vinhos. Entre Julho de 2006 e o mesmo mês de 2007, as vendas de VQPRD Douro cresceram 21,2% em valor, para €35 milhões, enquanto o número de caixas vendidas subiu 8,2%, para 693 mil.
O Douro conseguiu, assim, reforçar a sua quota na restauração e na grande distribuição, beneficiando de uma subida de 12% no preço médio (€5,63), só ultrapassada no mercado nacional pelo aumento de 35% nos vinhos regionais de Trás-os-Montes e Terras Durienses (€3,94).
…
A análise do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) ao estudo destaca que, nos últimos quatro anos, “o VQPRD Douro é o que apresenta maior evolução em quantidade (36,8%) e sofre a quebra menor em termos de preço médio (-7,4%)” entre os vinhos com denominação de origem.
O IVDP salienta também que o Douro é o único vinho a manter um preço médio por litro superior a cinco euros, beneficiando do aumento do peso do canal Horeca na estrutura das vendas.
Na Comissão Vitivinícola Regional do Alentejo (CVRA), os últimos dados do sector são vistos como a confirmação do domínio da região, que vale 45,23% dos 75 milhões de litros vendidos no canal Horeca e na grande distribuição. “Temos metade do mercado nacional, estamos a crescer nas exportações e somos mais competitivos nos custos de produção do que as regiões de montanha”, destaca o presidente da CVRA, Joaquim Madeira.
Fonte: Expresso, 17 de Novembro de 07
Na mais antiga região demarcada do mundo, este percurso positivo, marcado por uma subida de preços que permite impulsionar o valor e volume das vendas, mostra que o mercado interno está a reconhecer o investimento dos vitivinicultores locais na qualidade e valorização dos seus vinhos. Entre Julho de 2006 e o mesmo mês de 2007, as vendas de VQPRD Douro cresceram 21,2% em valor, para €35 milhões, enquanto o número de caixas vendidas subiu 8,2%, para 693 mil.
O Douro conseguiu, assim, reforçar a sua quota na restauração e na grande distribuição, beneficiando de uma subida de 12% no preço médio (€5,63), só ultrapassada no mercado nacional pelo aumento de 35% nos vinhos regionais de Trás-os-Montes e Terras Durienses (€3,94).
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A análise do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) ao estudo destaca que, nos últimos quatro anos, “o VQPRD Douro é o que apresenta maior evolução em quantidade (36,8%) e sofre a quebra menor em termos de preço médio (-7,4%)” entre os vinhos com denominação de origem.
O IVDP salienta também que o Douro é o único vinho a manter um preço médio por litro superior a cinco euros, beneficiando do aumento do peso do canal Horeca na estrutura das vendas.
Na Comissão Vitivinícola Regional do Alentejo (CVRA), os últimos dados do sector são vistos como a confirmação do domínio da região, que vale 45,23% dos 75 milhões de litros vendidos no canal Horeca e na grande distribuição. “Temos metade do mercado nacional, estamos a crescer nas exportações e somos mais competitivos nos custos de produção do que as regiões de montanha”, destaca o presidente da CVRA, Joaquim Madeira.
Fonte: Expresso, 17 de Novembro de 07
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vinho; Celso Guedes de Carvalho
quarta-feira, 21 de Novembro de 2007
A ginja
O leitor ou conhece ou ouviu falar da Ginjinha do Rossio, em Lisboa. De contrário, terá de acreditar na minha descrição é um minúsculo estabelecimento de bebidas especializado na venda de uma das mais populares bebidas portuguesas, a ginjinha; com clientela rápida e despretensiosa, a Ginjinha do Rossio é uma referência para turistas que passam pela zona e para várias gerações de frequentadores que, por razões certamente inexplicáveis, continuam a passar pelo seu balcão e a pedir "uma com elas" ou "sem elas". Uma ginjinha. O estabelecimento nunca envenenou ninguém, sendo certo que também não é um modelo de limpeza. Mas é a Ginjinha do Rossio.
….
Desta vez, foi a ASAE, Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, que partiu em busca da Ginjinha do Rossio, encerrando-lhe as portas. O argumento é a falta de higiene, tendo sido capturadas algumas garrafas da bebida.
A Ginjinha do Rossio era um monumento nacional. Uma referência que amigos italianos, brasileiros e alemães procuravam para provar uma das melhores ginjinhas portuguesas. Aquele espaço tresandava a história e a convivialidade, a sorrisos largos …
Fonte: JN, 19 de Novembro de 2007
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Desta vez, foi a ASAE, Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, que partiu em busca da Ginjinha do Rossio, encerrando-lhe as portas. O argumento é a falta de higiene, tendo sido capturadas algumas garrafas da bebida.
A Ginjinha do Rossio era um monumento nacional. Uma referência que amigos italianos, brasileiros e alemães procuravam para provar uma das melhores ginjinhas portuguesas. Aquele espaço tresandava a história e a convivialidade, a sorrisos largos …
Fonte: JN, 19 de Novembro de 2007
terça-feira, 20 de Novembro de 2007
Agros patrocina Semana Biológica
A Agros vai patrocinar a Semana Nacional da Agricultura Biológica cuja organização vai estar a cargo da INTERBIO (Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica). A Semana Bio vai percorrer o país até dia 25 de Novembro. No calendário desta iniciativa estão previstas acções de degustação, passeios, palestras, conferências, animação em lojas, grandes superfícies e restaurantes.A marca justifica a sua associação à Semana Bio como facto da marca se posicionar "no território da naturalidade".
M&P, 20 de Novembro de 2007
M&P, 20 de Novembro de 2007
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biológico; Celso Guedes de Carvalho
quinta-feira, 15 de Novembro de 2007
Artur fabrica pão-de-ló de Margaride há 68 anos
Artur Teixeira de Castro, com 80 anos, é um dos casos raros de longevidade profissional e de ininterrupta ligação à mesma entidade patronal. Nunca conheceu outra empresa que não fosse a mítica Casa de Pão-de-Ló de Margaride, em Felgueiras, fundada há 278 anos. Casa que, recentemente, recebeu a medalha de ouro do concelho.
…
Margarida Lickfold, a actual proprietária, testemunha "É um funcionário exemplar; só tem predicados….
Ao longo dos anos, Artur Castro foi-se habituando a ver várias figuras públicas que não resistiam à iguaria. "Quando foi fundada era a única do país do género e, ainda no tempo da monarquia, recebeu o estatuto de Fornecedora da Casa Real de Bragança. O pão-de-ló que foi servido no casamento de D. Duarte foi comprado aqui", refere, concluindo "Hoje toda a gente come pão-de-ló".
Fonte: JN, 15 de Novembro de 2007
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Margarida Lickfold, a actual proprietária, testemunha "É um funcionário exemplar; só tem predicados….
Ao longo dos anos, Artur Castro foi-se habituando a ver várias figuras públicas que não resistiam à iguaria. "Quando foi fundada era a única do país do género e, ainda no tempo da monarquia, recebeu o estatuto de Fornecedora da Casa Real de Bragança. O pão-de-ló que foi servido no casamento de D. Duarte foi comprado aqui", refere, concluindo "Hoje toda a gente come pão-de-ló".
Fonte: JN, 15 de Novembro de 2007
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pão-de-ló; Celso Guedes de Carvalho
quarta-feira, 14 de Novembro de 2007
Nova Loja gourmet em Coimbra
Sabores Intemporais é uma loja de produtos gourmet, que abriu na Solum. Um espaço onde é possível encontrar os ingredientes para uma refeição especial
Aqui é possível encontrar desde doces e salgados, a vinhos e chás. Numa espécie de visita guiada pela loja, Paula Albuquerque – a mentora do projecto – dá a conhecer um conjunto de produtos, seleccionados a dedo, ideais para cozinhar pratos especiais.
Comecemos pelas massas. Italianas e aromatizadas (cacau, picante ou cinco sabores) permitem dar largas à imaginação na cozinha. Mas não só. Entre a selecção de produtos encontramos também vinagre balsâmico e azeite aromatizado, conservas, especiarias e flor de sal, molhos vários, patés, foies gras, aperitivos italianos ou, por exemplo, a terrina de esturjão com caviar.
…
Falando de doces, a Sabores Intemporais tem fruta em calda, doces tradicionais portugueses ou importados (Inglaterra), biscoitos e chocolates belgas – da conhecida e conceituada marca Neuhaus. A loja elabora ainda pequenos cabazes, com produtos à escolha do cliente.
Amante da boa cozinha…
Fonte: Diário de Coimbra, Novembro de 07
Aqui é possível encontrar desde doces e salgados, a vinhos e chás. Numa espécie de visita guiada pela loja, Paula Albuquerque – a mentora do projecto – dá a conhecer um conjunto de produtos, seleccionados a dedo, ideais para cozinhar pratos especiais.
Comecemos pelas massas. Italianas e aromatizadas (cacau, picante ou cinco sabores) permitem dar largas à imaginação na cozinha. Mas não só. Entre a selecção de produtos encontramos também vinagre balsâmico e azeite aromatizado, conservas, especiarias e flor de sal, molhos vários, patés, foies gras, aperitivos italianos ou, por exemplo, a terrina de esturjão com caviar.
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Falando de doces, a Sabores Intemporais tem fruta em calda, doces tradicionais portugueses ou importados (Inglaterra), biscoitos e chocolates belgas – da conhecida e conceituada marca Neuhaus. A loja elabora ainda pequenos cabazes, com produtos à escolha do cliente.
Amante da boa cozinha…
Fonte: Diário de Coimbra, Novembro de 07
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loja; Celso Guedes de Carvalho
terça-feira, 13 de Novembro de 2007
Nova imagem do Queijo Saloio
A RMAC é a agência responsável pela mudança de identidade corporativa dos Queijos Saloio, que está a ser implementada nos vários suportes de comunicação da marca. "A nova identidade criada pela agência concilia os valores que marcam a qualidade dos queijos Saloio: a modernidade e a inovação, e os valores da tradição", descreve a empresa. Em breve os produtos de qualidade regional da marca também irão surgir com nova imagem, criada pela RMAC.
Fonte: Meios e Publicidade, 6 de Novembro de 2007
Fonte: Meios e Publicidade, 6 de Novembro de 2007
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queijo; Celso Guedes de Carvalho
segunda-feira, 12 de Novembro de 2007
Vinhos do Douro e Trás-os-Montes: indicações geografias e denominação
Portaria n.º 1197/2006 de 07 de Novembro de 2006
É reconhecida como indicação geográfica (IG) a designação «Duriense» Ver Documento
Regulamento n.º 48/2006
Regulamento de Designação, Apresentação e Protecção da Denominação de Origem Douro e da Indicação Geográfica Terras Durienses. Ver Documento
Portaria n.º 157/93 de 11 de Fevereiro de 1993
Aprova a denominação «Vinho Regional Trás-os-Montes» e estabelece as condições da sua produção e comercialização. Ver Documento
Celso Guedes de Carvalho
portugalgourmet@gmail.com
www.portugalgourmet.com
É reconhecida como indicação geográfica (IG) a designação «Duriense» Ver Documento
Regulamento n.º 48/2006
Regulamento de Designação, Apresentação e Protecção da Denominação de Origem Douro e da Indicação Geográfica Terras Durienses. Ver Documento
Portaria n.º 157/93 de 11 de Fevereiro de 1993
Aprova a denominação «Vinho Regional Trás-os-Montes» e estabelece as condições da sua produção e comercialização. Ver Documento
Celso Guedes de Carvalho
portugalgourmet@gmail.com
www.portugalgourmet.com
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vinho; Celso Guedes de Carvalho
sexta-feira, 9 de Novembro de 2007
Chefe Cozinheiro do Ano
O cozinheiro de 1ª do restaurante Pragma, do Casino Lisboa, João Rodrigues é o vencedor do 17º concurso Chefe Cozinheiro do Ano que distingue o melhor profissional residente em Portugal com mais de cinco anos de experiência comprovada. João Rodrigues competiu com outros oito concorrentes apurados nas provas regionais, tendo sido premiado pelo menu: bacalhau com espuma de batata e azeite virgem, salada tépida de legumes da época e timbalo de couve lombarda e chouriço, chips de alho (entrada); duo de cordeiro: pá recheada com camarão sobre esparregado de salsa, perna confitada em azeite, ragôut de castanhas e cogumelos selvagens aromatizados com tomilho (prato principal); sabayon de laranja com bolo de azeite de cenoura e gengibre, gelado de chocolate negro, creme de limão e praliné de noz, crocante de laranja (sobremesa).
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concursos; Celso Guedes de Carvalho
quinta-feira, 8 de Novembro de 2007
Delta ataca território da Nespresso
A Delta Cafés vai lançar o Delta Q, um produto nacional para o mercado dos café em cápsulas, onde a marca mais referenciada é a Nespresso. Ao contrário da Nespresso, cujo café só está disponível nas próprias lojas e na internet, o Delta Q vai estar acessível com uma distribuição alargada a partir de 2008. …
…
O dia 15 de Novembro é a data estabelecida para o pré-lançamento do Delta Q nos supermercados El Corte Inglés. No primeiro trimestre de 2008 a marca pretende alargar a distribuição.
Em termos de campanha, da autoria da Euro RSCG, nesta fase de arranque apenas existirão anúncios em imprensa (Única, Pública, Sábado, Visão e revista de novidades do El Corte Inglés) e em mupis (Cemusa Lisboa e Porto). Os mupis escolhidos para a campanha estarão dentro do
El Corte Inglés e nos seus arredores. Haverá também um banner no Sapo. A assinatura da campanha é ‘O seu Q de Delta. Questionada pelo M&P, a marca não divulgou valores de investimento.
Fonte: M&P, 8 de Novembro de 2007
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O dia 15 de Novembro é a data estabelecida para o pré-lançamento do Delta Q nos supermercados El Corte Inglés. No primeiro trimestre de 2008 a marca pretende alargar a distribuição.
Em termos de campanha, da autoria da Euro RSCG, nesta fase de arranque apenas existirão anúncios em imprensa (Única, Pública, Sábado, Visão e revista de novidades do El Corte Inglés) e em mupis (Cemusa Lisboa e Porto). Os mupis escolhidos para a campanha estarão dentro do
El Corte Inglés e nos seus arredores. Haverá também um banner no Sapo. A assinatura da campanha é ‘O seu Q de Delta. Questionada pelo M&P, a marca não divulgou valores de investimento.
Fonte: M&P, 8 de Novembro de 2007
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café; Celso Guedes de Carvalho
quarta-feira, 7 de Novembro de 2007
Bruxelas dá 35 milhões de euros à vinha
Portugal vai receber quase 35 milhões de euros para reestruturar e converter as vinhas na próxima campanha de comercialização vitivinícola. A Comissão Europeia estabeleceu ontem em Bruxelas um orçamento para o efeito de 510 milhões de euros que vai distribuir por 16 países produtores europeus.
A Portugal, que tem a quarta maior área de produção de vinho, cabe a quarta maior fatia do bolo (34 729 863 euros), que deverá aplicar na adaptação da produção à procura actual do mercado.
O orçamento pode ser utilizado para reconverter as variedades plantadas, relocalizar as vinhas ou melhorar as técnicas de manutenção do vinhedo. O mesmo pacote financeiro não cobre a renovação normal das vinhas envelhecidas ou que chegam ao fim do ciclo de vida natural.
Este pagamento é anual e tem em conta a superfície vinícola de cada país; no entanto, Bruxelas pretende, na sua proposta de reforma do mercado do vinho, financiar o arranque de 200 mil hectares de vinha nos próximos cinco anos.
Fonte: JN, 7 de Novembro de 2007
A Portugal, que tem a quarta maior área de produção de vinho, cabe a quarta maior fatia do bolo (34 729 863 euros), que deverá aplicar na adaptação da produção à procura actual do mercado.
O orçamento pode ser utilizado para reconverter as variedades plantadas, relocalizar as vinhas ou melhorar as técnicas de manutenção do vinhedo. O mesmo pacote financeiro não cobre a renovação normal das vinhas envelhecidas ou que chegam ao fim do ciclo de vida natural.
Este pagamento é anual e tem em conta a superfície vinícola de cada país; no entanto, Bruxelas pretende, na sua proposta de reforma do mercado do vinho, financiar o arranque de 200 mil hectares de vinha nos próximos cinco anos.
Fonte: JN, 7 de Novembro de 2007
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vinho; Celso Guedes de Carvalho
terça-feira, 6 de Novembro de 2007
Vinho do Porto ganha Prémio Excelência Design
A Sogevinus acaba de ganhar o Prémio Excelência StanDesign, classificação Ouro, com o stand que levou à Vinexpo 07, numa atribuição inédita no sector do Vinho do Porto. Este prémio foi concedido por ocasião da Conferência e Exposição Internacional Sobre Marketing de Feiras e Eventos, que decorreu de 17 a 19 Outubro.
Fonte: Lusowine em Segunda, Novembro 05, 2007 - 11:28 AM GMT
Fonte: Lusowine em Segunda, Novembro 05, 2007 - 11:28 AM GMT
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vinho do porto; Celso Guedes de Carvalho
segunda-feira, 5 de Novembro de 2007
Gastronomia seduziu 90 mil visitantes
"Foi uma aposta ganha". É desta forma que Carlos Abreu, presidente da Região de Turismo do Ribatejo e organizador do certame, faz o balanço da edição deste ano do Festival de Gastronomia, que ontem encerrou portas, em Santarém. Pela Casa do Campino passaram, nos 18 dias do festival, mais de 90 mil pessoas, atraídas pelos pratos típicos das várias regiões do país, mas também pelas novidades da cozinha nacional que, este ano, foram um dos destaques do programa.
…
A fórmula testada este ano, de confrontar a cozinha tradicional com a moderna, saldou-se pela positiva, o que leva a organização a pretender manter essa aposta nas próximas edições. "A cozinha, que é uma peça importante da oferta turística, está hoje a enfrentar novos desafios que é preciso acompanhar", defende Carlos Abreu, considerando que "já não são, apenas, os pratos regionais a cativar os turistas".
…
Ramiro Matos, vice-presidente da Câmara de Santarém considera que o certame, pela qualidade e projecção que tem assumido ao longo dos anos, "continua a consolidar a imagem do município enquanto 'capital nacional da gastronomia'".
Num ano, revelou, "o festival cresceu cerca de 15%".
O responsável acredita que, no próximo ano, o certame estará em condições de "dar o salto" e apostar na captação de um público mais internacional. "Queremos que este festival faça parte dos dez eventos que o Plano de Turismo prevê para Portugal", sublinha.
Fonte: JN, 5 de Novembro de 2007
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A fórmula testada este ano, de confrontar a cozinha tradicional com a moderna, saldou-se pela positiva, o que leva a organização a pretender manter essa aposta nas próximas edições. "A cozinha, que é uma peça importante da oferta turística, está hoje a enfrentar novos desafios que é preciso acompanhar", defende Carlos Abreu, considerando que "já não são, apenas, os pratos regionais a cativar os turistas".
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Ramiro Matos, vice-presidente da Câmara de Santarém considera que o certame, pela qualidade e projecção que tem assumido ao longo dos anos, "continua a consolidar a imagem do município enquanto 'capital nacional da gastronomia'".
Num ano, revelou, "o festival cresceu cerca de 15%".
O responsável acredita que, no próximo ano, o certame estará em condições de "dar o salto" e apostar na captação de um público mais internacional. "Queremos que este festival faça parte dos dez eventos que o Plano de Turismo prevê para Portugal", sublinha.
Fonte: JN, 5 de Novembro de 2007
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eventos gourmet; Celso Guedes de Carvalho
sexta-feira, 2 de Novembro de 2007
Sal - Normas de Qualidade
O decreto-Lei n.º 350/2007 - I Série n.º 202, de 19/10 estabelece o quadro legal relativo à produção e comercialização do sal destinado a fins alimentares. Neste sentido, fixam-se as formas e tipos de comercialização, bem como o regime de fiscalização e sancionatório. Assim, destaca-se a alteração do conceito de sal alimentar, passando a exigir-se um teor mínimo de cloreto de sódio de 90% (actualmente, é de 70%) e autonomiza-se o tratamento legal do sal marinho tal qual, prevendo-se normativos regulamentares específicos quanto ao seu modo de produção, por forma a valorizar o aproveitamento deste recurso do mar.
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sal; Celso Guedes de Carvalho
quinta-feira, 1 de Novembro de 2007
Produção de azeite pode cair para metade
Em algumas zonas de Freixo de Numão e Mirandela, em Trás-os-Montes, a quebra na produção de azeitona pode ser superior a 50%.
Produtores locais confirmaram ao Expresso que algumas chuvas e frio que se fizeram sentir em Maio e Junho, na altura da floração, afectaram de forma significativa a fase seguinte da frutificação. Mas como se isso não bastasse, já em pleno mês de Agosto, a pouca azeitona que havia vingado não resistiu à queda inesperada de granizo, o que pode ter deitado a perder mais de metade da produção naquela zona do país.
Fonte: Expresso, 27 de Outubro de 07
Produtores locais confirmaram ao Expresso que algumas chuvas e frio que se fizeram sentir em Maio e Junho, na altura da floração, afectaram de forma significativa a fase seguinte da frutificação. Mas como se isso não bastasse, já em pleno mês de Agosto, a pouca azeitona que havia vingado não resistiu à queda inesperada de granizo, o que pode ter deitado a perder mais de metade da produção naquela zona do país.
Fonte: Expresso, 27 de Outubro de 07
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